A Minha Noite Proibida com o Pai Natal em Casa dos Meus Pais

Estou aqui, casada há dez anos, gerente de banco, vida impecável. Mas na véspera de Natal, na casa dos meus pais, tudo desmoronou. Pais na Lapónia a namorar, irmão deprimido a pintar paredes de preto, tia aos berros pelo marido que fugiu para o Brasil, tios e primos a devorar Nutella. Eu, a solteira responsável – ou melhor, a casada que veio ajudar –, lavei loiça, consolei, limpei. Cansada morta. Às três da manhã, plof! Um barulho. Desço as escadas, coração aos pulos. Família dorme, mas e se acordam?

No salão, perante a árvore de Natal, ele. Um tipo de manteau vermelho, barba branca torta, pé preso num balde de tinta preta do meu irmão. ‘Não grites, sou o Pai Natal’, diz, atrapalhado. Rio por dentro. Um ladrão parvo? Um vizinho animado? Peço-lhe ajuda para sair do balde, caímos os dois. Ele sujo, eu de robe e pijama grosso. ‘Ajuda-me a limpar’, implora. Ligo a máquina de lavar, acendo velas. Silêncio pesado. Família ali ao lado. Meu marido liga amanhã, mas agora… sinto o formigueiro.

O Caos Familiar e o Meu Segredo

‘Eh… jogamos às cartas?’, sugere. Strip poker. Eu, burra, aceito. Adrenalina do proibido. Ele perde o chapéu, eu o robe. Olha-me, olhos famintos. ‘Pyjama de avó’, goza. Perco meias, chinelos. Coração bate forte, aliança no dedo brilha à luz das velas. Ele em cuecas, pau meia-bomba visível. ‘Queres parar?’, pergunta, voz rouca. Não. Quero o risco. Perco o topo do pijama – sim, uso soutien-gorge, seios firmes. Ele geme: ‘Deixa-os cair, mulher…’. Perco o fundo. Culote molhado. Ele ri, mas treme.

Eu ganho. Ele tira cuecas. Pica dura, grossa, veias pulsantes. Levanta-se, mão estendida. Pego, tremendo. Secadora apita, mas ignoramos. Puxa-me, beijo urgente, língua invade, gosto a tinta e álcool. ‘Shhh, a família…’, sussurro, culpada mas louca de tesão. Ele agarra meus seios por cima do soutien, morde o pescoço. ‘Tira isto’, rosna. Desabotoo, mamilos duros expostos. Chupa um, forte, eu gemo baixo, mão na aliança – contraste que me excita mais. Afasto cueca? Não, ele já nua.

O Acto Ardente e o Risco de Ser Apanhada

Empurra-me contra o sofá, perto da árvore. Pernas abertas, cona latejante, molhada. ‘Estás casada, hein? Gosto disso’, diz, dedo na aliança enquanto esfrega a pica na minha entrada. ‘Sim… fode-me rápido, antes que acordem.’ Enfia de uma vez, fundo, estica-me toda. ‘Caralho, que cona apertada’, grunhe. Bombo-me, forte, sofá range. Eu mordo lábio, unhas nas costas dele, cheiro a pinheiro e sexo. ‘Mais rápido… oh Deus, a minha tia ao lado…’ Ele acelera, bolas batem, suores misturam. Virando-me de quatro, agarra cabelos, mete como cão. ‘Vais gozar casada?’, provoca. Sim. Orgasmo explode, cona contrai, aperto ele. Ele puxa fora, goza nas costas, quente, jorros.

Ding da secadora. Veste-se a correr, beijo final molhado. ‘Feliz Natal, safada.’ Sai pela janela, trenó imaginário? Não importa. Limpo rápido, cheiro a porra no ar. Subo escadas, pernas moles, aliança suja de tinta e prazer. Deito-me, marido dorme longe. Culpada? Um pouco. Mas excitada pra caralho. Amanhã, sorrisos falsos à família, segredo meu. Double vida: senhora respeitável, puta secreta. Mal posso esperar pelo próximo Natal.

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