Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida e o Caso Proibido com o Colega Jovem

Olá, chamo-me Ana, tenho 48 anos, casada há mais de 28 com o meu marido, mãe de dois filhos crescidos. Vida perfeita de casinha em Lisboa, eu profissional organizada, ele estável no emprego. Mas… confesso, venho aqui pela primeira vez. Algo me obriga a contar. Para aliviar a consciência? Ou para reviver o fogo?

Tudo começou em maio passado. Depois de anos sem trabalhar, arranjei um contrato a termo numa corretora de seguros. Substituía uma miúda de licença de maternidade. Nervosa, mas animada. Foi aí que conheci o David. 27 anos, solteiro, bonito, daqueles que falam e desarmam. Eu, casada, anel no dedo, pensei: inofensivo. Ele ajudava-me com os clientes fiéis. Mas depressa me senti perdida. O mundo mudou, eu estava enferrujada. Todas as noites chegava a casa exausta, a chorar no banho. O meu marido notava, consolava-me. Mas o David… via-me fraquejar.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Cresce

Um dia, no almoço, desabafei. ‘Estou no limite, David. Não aguento.’ A mão dele pousou na minha. Um arrepio. Simples amizade? Ou mais? Ele sorriu. ‘Vai correr bem, Ana.’ O toque durou segundos. O coração acelerou. Meu Deus, o anel brilhava ao sol, e a pele formigava.

De volta ao carro da empresa, dei-lhe as chaves. Distraída. Num stop, ele inclinou-se. Beijou-me. Labios quentes, urgentes. Eu… não parei. O corpo traiu. Segundos de língua, saliva misturada. Ele arrancou sem palavras. Silêncio pesado. A mão dele na minha coxa agora. Subia devagar. Pensei nos filhos, no marido à espera do jantar. Mas a humidade crescia entre as pernas. Ele saiu da estrada principal, entrou num caminho de terra, escondido por arbustos. ‘Ana, queres isto?’ sussurrou. Eu, rouca: ‘Não sei… mas não pares.’

O Encontro Explosivo no Isolamento

Lá fora, impermeável no chão como manta improvisada. O ar de primavera quente na pele. Ele puxou-me o blusa, apalpou os seios. Mamilos duros instantaneamente. ‘Estás molhada por mim, casadinha?’ Mordi o lábio. ‘Sim… caralho, sim.’ Tirei a saia, collant e cueca gainante no chão. Cona exposta, peluda como sempre, já encharcada. Ele ajoelhou, língua nos lábios grandes, chupou o clitóris. Dedos dentro, dois, fodendo devagar. Gemi alto, agarrei o cabelo dele. ‘Mais forte, David! Lambe-me toda!’ O risco… alguém podia passar. Adrenalina pura.

Ele levantou-se, pila dura saída das calças. Enfiou o preservativo rápido. ‘Quero-te no capô.’ A chapa quente contra as costas nuas. Ele guiou a cabeça grossa à entrada. ‘Olha para o teu anel enquanto te como.’ Penetrou devagar, esticando-me. ‘Que cona apertada, Ana. O teu marido não te fode assim.’ Fiquei quieta, sentindo cada centímetro. Depois, bombadas fortes. Mamas a balançar, coxas abertas ao máximo. ‘Fode-me! Mais fundo!’ Ele grunhia, mãos nas nádegas, bater de corpos ecoando. Eu clitoridiana, mas a pila dele batia no ponto G. Gozei primeiro, convulsa, sumo escorrendo. Ele veio logo, enchendo o camisinha com gemidos. Quente, suado, ofegante.

Vestimo-nos a correr. ‘Isto fica entre nós’, disse ele. Eu assenti, pernas a tremer. Voltei a casa, cheirava a sexo, mas marido não notou. Jantei, sorri, beijei-o. Dentro, o segredo queimava. Três semanas assim: pausas rápidas, carros, motéis. Eu iniciei o fim, por culpa. Saí da empresa. Não contei nada. Quando o marido fantasia cuckold, eu penso no David. A pila jovem, o risco. Agora, leio-vos e molho-me. Quem mais vive isto? O prazer da dupla vida… vicia. Arrependo-me? Só de ter parado cedo.

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