Eu sou a Ana, 39 anos, casada há 15, dois filhos, gerente num banco em Lisboa. Toda a gente me vê como a mulher perfeita: casa impecável, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… tenho um segredo que me consome. Há três anos, uma curiosidade louca: pagar uma escort. Uma mulher como eu, madura, não aquelas miúdas. Pesquisei sites, filtrei por mais de 35, bi. Encontrei a Stella, 39 anos, fotos de corpo rondinho, seios grandes, rabo carnudo. Parecia eu com uns quilos a mais. Mensagens, chamada: voz suave, sotaque do sul, mãe de filhas, só tardes enquanto elas na escola. Marquei RTT, hotel no Chiado. Esperei quatro dias, coração aos pulos, a aliança no dedo a pesar como culpa.
Cheguei cedo, quarto 312, chuveiro quente, lingerie nova vermelha, robe leve. SMS: “Chego em 5.”. Corri em círculos, suor frio. Passos no corredor, batida leve. Abri. Ela: mais grossa que fotos, fato simples, saltos altos, rosto redondo, olhos azuis escuros, cabelo preto liso. “Gosto de ti?” Murmurei sim, mas o corpo dela já me aquecia. Conversa banal, mas o ar carregado. Ela despiu devagar, lingerie preta a enterrar na carne, mamas enormes a rebentar o sutiã, barriga sobre a cueca, coxas grossas. Beijo primeiro: boca macia, língua lenta. Eu correspondi, faminta.
O Segredo que Esconde Minha Vida Perfeita
Ela abriu o robe, mãos nos meus ombros, beijos no pescoço. Toquei a barriga dela, mole e quente, desci à cueca, agarrei o rabo fofo. Gemeu logo. Desapertou o sutiã, mamas caíram pesadas, tetilhas duras. Chupei-as, mordi, ela tremia. Ajoelhei-me, cara no ventre, baixei a cueca: cona rapada, molhada, cheiro doce. Ela deitou na cama, pernas abertas. Lambi os lábios inchados, língua dentro, clítoris inchado. Chupei forte, ela gritou, corpo convulso, orgasmo violento, mãos na minha cabeça, ancas a foder a minha boca. Parei, cabeça no ventre dela, respiração pesada.
Ela puxou-me, beijos com gosto da cona dela na minha boca. Sentei na cara dela: língua a foder-me, chupando o clitóris, mãos nos meus peitos. Gozei louca, molhando tudo. De lado, dedos: um no buraco dela, devagar, depois três, ela a bater ancas como macho. Gozou outra vez, unhas na minha pele. Ela fez o mesmo: dedos na minha cona encharcada, orgasmo brutal. Ajoelhou-se, rabo empinado, anús exposto. Lambi primeiro com dedos, depois língua na roseta castanha, músculo a relaxar. Molhei dedo na cona, pressionei o cu sem entrar. Ela gozou de novo, corpo a tremer.
O Prazer Proibido no Quarto de Hotel
Eu igual: rabo ao alto, ela lambeu-me o cu pela primeira vez. Sensação elétrica, mão no clitóris, gozo imenso. fodemo-nos a tarde toda, hora virou três. Ela ficou até às 17h, para buscar as filhas. “Ofereço o extra, és linda e safada.” Confidências: aventuras dela mais loucas. Viramos sex-friends, sem dinheiro agora, a cada seis meses.
Voltei a casa, cheiro dela na pele disfarçado de perfume. Marido beijou-me, nada suspeitou. Coração ainda acelerado, aliança fria contra pele quente de desejo. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Este segredo é o meu vício, o risco de ser apanhada o tempero. Amanhã sou a esposa perfeita. Mas já penso no próximo…