A Minha Vingança Secreta: Fodi o Marido da Minha Melhor Amiga

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o Miguel há 12 anos. Dirijo eventos musicais em Lisboa, festivais como o Super Bock Super Rock. Vida perfeita: casa em Cascais, marido gentil, rotina impecável. Mas por dentro… queima. A Sofia, minha melhor amiga desde miúda, loira perfeita, peitos firmes, pernas eternas. Ela sempre roubou os meus homens. No colégio, testávamos rapazes: eu acendia, ela apagava. Depois, na uni, o mesmo. Namorados que eu aquecia, ela levava. O último, o Pedro, engenheiro sexy, apanhei-os na cama dele. ‘Testei por ti’, disse ela. Foda-se. Agora ela tem o Rui, agente de artistas, doce, fiel. Eu jurei vingança.

Hoje, no escritório, reunião para o próximo festival. O Rui chega, olhos castanhos, sorriso tímido. Aperto a mão, sinto o coração bater forte. A aliança no meu dedo esquerdo brilha ao lado da dele. ‘Ana, que bom ver-te’, diz ele baixo. Sofia não veio. Falo de contratos, mas os olhares… elétricos. ‘Queres almoçar?’, pergunto. Ele hesita. ‘A Sofia não sabe.’ Sorrio. ‘Não vai saber.’ Saímos, hotel discreto no Chiado. No quarto, urgência. ‘Não devíamos…’, murmura ele. ‘Cala-te e fode-me, Rui. É a minha vingança.’ Ele treme, mas avança.

A Dupla Vida que Me Consome

Porta bate, eu empurro-o contra a parede. Beijo selvagem, línguas enroscadas. Mãos dele nos meus seios, apertam forte por cima da blusa. ‘Estás tão molhada’, diz, dedo na minha saia, roçando a calcinha. Rasgo a camisa dele, botões voam. O pau dele já duro, sinto pela calça. Ajoelho, abro o fecho, engulo. ‘Caralho, Ana…’, geme. Chupo fundo, bolas na mão, saliva escorrendo. Ele puxa o meu cabelo. Levanto, ele arranca a minha saia, calcinha rasgada. Deito na cama, pernas abertas. ‘Enfia esse caralho em mim agora.’ Ele entra de uma vez, cona apertada, molhada de puto. Bato forte, cama range. ‘Mais rápido, fode-me como a Sofia não merece.’ Ele agarra os meus quadris, mete fundo, clitoris roçando. Sinto o coração na garganta, medo de alguém bater à porta. ‘Vou gozar…’, aviso. Ele acelera, ‘Eu também, puta safada.’ Gozo primeiro, cona pulsando, unhas nas costas dele. Ele explode dentro, jatos quentes, sem preservativo – risco puro. Suor, cheiro de sexo, alianças colidindo.

Cinco minutos, vestimos. ‘Isto foi loucura’, diz ele, culpado. ‘Volta para ela. E cala-te.’ Saio primeiro, táxi para casa. Chego, Miguel beija-me: ‘Como foi o dia?’ ‘Ótimo, amor.’ Janto, banho, deito. Mão na cona ainda inchada, lembro o pau dele. Culpazinha? Pouca. Excitação total. Sofia liga: ‘Reunião boa?’ ‘Perfeita.’ Rio sozinha. A minha dupla vida: esposa perfeita de dia, vingadora tarada à noite. O segredo arde, quero mais. Amanhã, outro festival. Quem sabe o que vem?

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