Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida com o Melhor Amigo do Meu Marido

Como todos os dias, era a correria. Preparei o pequeno-almoço, gritei ‘Está pronto!’ e saí da cozinha. Ninguém precisava de mim agora. Dirigi-me à casa de banho para um duche merecido. Ouvi os meus filhos, a Suzy com a voz aguda e o Miguel mais grave, a discutir como sempre. O meu marido, nariz no jornal, ignorava tudo. Sabia que o autocarro chegaria em minutos.

Abri a água quente, deixei cair o robe e a camisola. ‘Adeus mãe!’, gritou a Suzy. ‘Adeus mãe!’, o Miguel. Depois, o meu marido: ‘Adeus Carolina, tranquei a porta, bom dia!’. Silêncio. Mas faltava um adeus. O Alain.

A Rotina Matinal e o Despertar do Desejo Proibido

Ele era o melhor amigo do meu marido, vivia connosco há anos. Fechei a água, vesti só o robe e fui à sua quarto. Bati. Nada. ‘Alain, acorda, vais chegar atrasado!’. Abri a porta. Escuridão. Abri as cortinas. Lá estava ele, a dormir como um anjo. ‘Alain, levanta-te!’. Ele murmurou algo. ‘Estás doente?’. ‘Não vou trabalhar’. Ri-me. Que lindo ele era.

Tirei o lençol para o surpreender. Nu. Em ereção. Magnífico. A picha dura, curvada, entre os dedos. O glande a brilhar, pré-gozo a escorrer. Ele não se cobriu. Eu… paralisei. O coração aos pulos. A minha cona a humedecer. Senti o calor subir. Ele era o amigo do meu marido! Mas olhava-me, a masturbar-se calmamente.

‘Está tudo bem, Caro?’. ‘Sim… porquê?’. ‘Pareces quente’. Ele sentou-se, a picha erguida. ‘Ia tomar duche, vim ver-te’. ‘Vem comigo?’. ‘Para de palrar, levanta-te!’. Saí a correr. Pernas trémulas. Coração disparado. A cona encharcada, coxas a escorregar.

Na minha cama, deitei-me. Mão entre as pernas. Imaginava a picha dele. Dura. Quente. Lambi os lábios. Dedos no clitóris. Alain a lamber-me. A foder-me. ‘Caro?’. Abri os olhos. Ele ali, nu. Fechei o robe. Vergonha. ‘O que queres?’. ‘Perguntar-te uma coisa’. Abriu o robe, pegou na picha. ‘Sou eu que te ponho assim?’. Chocada. ‘Senta-te e diz a verdade. Pensavas em mim?’. Masturbava-se devagar. ‘Não’. Mentia. Ele sabia.

O Acto Intenso e o Segredo que Me Excita

‘Olha as minhas bolas, cheias de porra’. Pegou na minha mão, pus naquelas bolas quentes, pesadas. Eu… apertei. Ele tão perto, cheiro a homem. Queria chupar. Mas recuei. ‘Para, Alain! Sai!’. Ele ajoelhou-se, mãos no meu rosto. ‘Caro, desejo-te há anos. Masturbo-me com as tuas cuecas. Quero-te a sério’. Frissons. Mal, mas excitada. Beijou-me. Línguas. Coração a rebentar.

Abriu o robe. Seios expostos. ‘Adoro os teus peitos’. Chupou o mamilo. Mordiscou. Gemi. A picha roçava-me a coxa. ‘Deita-te. Quero ver-te’. Obedeci. ‘Já te vi na duche, a fodes-te com o vibrador’. Envergonhada. Mas excitada. ‘Abre as pernas’. Dedos na cona. Ele masturbava-se.

Pegou o vibrador da mesa. ‘Chupa-o como a minha picha’. Obedeci. Depois, larguei-o e chupei a dele. Língua no glande. Salgado. Engoli fundo. Mão nas bolas, outra no cu dele. Dedo dentro. Ele gemeu. ‘Caro, vais fazer-me gozar!’. Acelerei. Ele tremeu. Jatos de porra na garganta. Engoli tudo. Ele caiu exausto.

Levantei-me. Limpei-me. ‘Vai trabalhar’. Ele sorriu. ‘Isto é só o início’. Vesti-me rápido. Coração ainda acelerado. Olhei a aliança no dedo, mão dele ainda no cheiro. Saí para o trabalho. Profissional, sorridente. Mas dentro, a puta excitada. O segredo arde. Amanhã? Mais risco. Adoro isto.

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