Chamo-me Inês, tenho 28 anos, casada com o Miguel há quatro. Vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios de Lisboa, trabalho como advogada num escritório chique, jantares românticos ao fim de semana. Ele é fofo, estável, mas… falta fogo. Há dois meses, o Rui, colega de 32 anos, experiente, começou a mandar mensagens quentes. Ele sabe o que eu gosto, sem pudores. Eu? Sempre fui recatada, mas adoro o risco. O coração acelera só de pensar. A aliança no dedo brilha enquanto leio os seus textos: ‘Quero-te sem cuecas hoje’. Digo ao Miguel que vou a uma conferência na costa por uns dias. Mentira. Aluguei uma casa isolada com o Rui, emprestada por um amigo dele. Nervosa, mas molhada só de imaginar.
No carro, rumamos para o Algarve por estradas secundárias. Calor de fim de primavera, saia leve sem nada por baixo, como ele mandou. Paramos num aparcamento perto de um lago, deserto. ‘Onde estamos?’, pergunto, a mapa na mão, inclinada na mesa de piquenique. Ele não responde. Sinto a saia subir, cuecas? Não as pus. Mãos fortes baixam-me a saia, expõem-me. ‘Relaxa, Inês’, sussurra. O pau dele, grosso e duro, entra de repente na minha cona já encharcada. Grito baixo, vermelha de vergonha. Ninguém por perto, mas e se chega alguém? Ele fode rápido, em pé, levrette. Sinto cada centímetro, o atrito, o cheiro a sexo ao ar livre. As coxas tremem, cyprine escorre. Gozo forte, corpo a tremer. Ele goza dentro, jatos quentes a encher-me. ‘Gostaste, puta casada?’, ri ele, vestindo-se. Eu? Culote aos joelhos, cona a pingar esperma e mel, coração aos saltos. Mas… excitada. Limpo-me com lenços, mas ele manda: ‘Nada de cuecas o resto da viagem’. Obedeço, sentindo o ar fresco na pele nua.
A Rotina Impecável e o Desejo que Me Consome
Chegamos à casa à beira-mar, luxuosa, com janelas panorâmicas. Ele manda-me para o quarto: ‘Senta na cama, abre as pernas’. Baía aberta, risco de vizinhos verem. Recusa-se a fechar. Põe espuma na minha cona peluda, raspa devagar. ‘Estás molhada, safada’. Medo de corte, mas excitação sobe. Tetilhas duras sob a blusa. Depois, vira-me: ‘Abre o cu’. Raspa lá também, creme a arder suave. ‘Agora estás lisinha para eu foder tudo’. Quero tocar-me, mas ele sai para jantar. Sozinha, fecho a porta, mas deixo baía aberta. Despida, mão na cona raspadinha, clítoris inchado. Dedos dentro, vaivém rápido, outra mão nos mamilos. Gozo esguichando, lençóis encharcados. Ele filma? Descubro depois, câmaras escondidas. ‘Magnífica a masturbar-te, casada tarada’.
O Encontro Selvagem e o Regresso Culpado
Noite: jantar fora, sem sutiã, mamas a balançar. Servidor olha, eu corada mas excitada. De volta, luz baixa. Chupo-o debaixo dos lençóis: língua no saco raspado, mão a bater punheta. Ele goza na barriga, eu provo o esperma dele – doce, viciante. De manhã, ele acorda-me com língua no cu, dedos na cona. Lubrifica o pau nela, depois pressiona no meu cu virgem. ‘Vai devagar…’, peço. Entra lento, enche-me. Acelera: ‘Gostas de ser fodida no cu, puta casada?’. ‘Sim, fode-me forte!’. Insultos crus: ‘Chinela de marido não te dá isto, hem?’. Gozo anal, corpo em espasmos, cona a jorrar sem toque. Ele enche-me o cu de porra quente.
Volto para casa domingo. Miguel beija-me: ‘Conferência boa?’. ‘Sim, cansativa’. Duche rápida, sinto esperma seco no cu. Cozinho jantar, aliança a brilhar, mas cona lateja de prazer. Noite, deito-me com ele, penso no Rui. Culpada? Um pouco. Mas o segredo arde: sou a esposa perfeita e a vadia secreta. Já marco o próximo. Adrenalina pura.