A Minha Confissão: O Trio Proibido que Abalou a Minha Vida Dupla

Eu sou a Andréa, 35 anos, casada há dez com o Patrice, um homem incrível e de mente aberta. De dia, sou consultora de exportações, cuido da nossa casa chique com piscina e jardim, faço jantares para clientes, sorrio com a aliança a brilhar no dedo. Vida perfeita, né? Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há quinze anos, partilhei um apartamento com a Mónica, a Nikka, como lhe chamávamos. Éramos só amigas, até àquela noite de whisky que nos levou para a cama. Línguas, orgasmos violentos, o primeiro verdadeiro para mim. Depois veio o plano falhado com o meu ex, o Marc, que fugiu a correr. Mas com a Mónica, foram anos de sexo lésbico louco, até nos separarmos pelas vidas.

Há umas semanas, cruzei-me com ela na rua. ‘Mónica!’ Gritou o meu coração. Abraçámo-nos, trocámos números. À noite, no telemóvel, horas a falar. Eu contei da minha vida ‘perfeita’, sem entrar em detalhes do Patrice – ‘Vens ver’, disse. Ela, solteira, viagens, sexo livre. Marquei-a para sexta, o Patrice fora em viagem. Entrei em casa dela, apartamento top com vista para o parque. Rimos, abraçámo-nos forte. Os meus olhos no decote dela, um arrepio. Ela agarrou-me o queixo, beijou-me fundo. Quinze minutos depois, nuas no sofá, 69 frenético. Gozei como uma maluca, o clitóris inchado na boca dela, os sumos a escorrer. ‘E o teu marido?’ perguntei, ofegante. ‘Ele sabe do nosso passado. E quer isto.’ Propus o plano: repetir o show para ele. Ela hesitou, mas aceitou. Passámos o fim-de-semana a treinar – lambidas, dedos, gozos múltiplos. O coração batia forte só de pensar no risco.

O Reencontro e o Segredo que Crescia

Sábado à noite. O Patrice chega do footing, obedece às regras: duche rápida, sem álcool. Entra no quarto nu, eu em robe curto. Beijo-o, aperto-lhe os tomates, sinto-o endurecer. Sento-o no fauteuil, amarro-lhe as mãos com velcro. ‘Não fales sem permissão.’ Saio, abro a porta à Mónica – mesma roupa que eu, sexy. Entramos. Ele arregala os olhos, o pau já meia-bomba. ‘Patrice, esta é a Mónica, a minha amante de juventude. Vamos dar-te o espetáculo que sonhas.’ Coloco-me atrás dela, defronte dele. ‘Gostas da pila dele?’ ‘Appetecível… mas não no máximo.’ Eu apalpo-lhe as tetas por cima do vestido, desabotoo devagar. Pele a arder, mamilos duros. Ela geme, pernas abertas, os meus dedos no pubis molhado, espalhando mel no clitóris. Goza a gritar, eu viro-a, mostro as nádegas perfeitas. ‘Quero-a agora.’ Sento-a no pau dele, guiando. Ela cavalga, eu lambo – a cona dela, os ovos dele, o caralho a entrar e sair. Ela agarra-me a cabeça, goza tremendo.

A Noite do Prazer Intenso e o Regresso à Rotina

Invertemos. Eu sento-me no pau rígido, Mónica lambe-nos. Gozamos juntos, ele jorra dentro de mim. Depois, amarramos-no de novo. Duche rápida, limpamos-lhe o caralho com a esponja – já meia-duro. Comemos, damos-lhe de comer. Ele pede pausa para mijar – castigo: massagem sem tocar mamilos ou conas. Depois, masturbamo-nos nas mãos dele amarradas, joelhos nos tomates. Gozos sincronizados. Ela chupa-lhe primeiro, eu acabo – leite quente na garganta. Desamarramos, duche a três, cama. Eu de um lado, ela do outro, mãos no corpo dele.

Domingo, ele acorda com beijos nossos. Mais sexo lento. Mónica vai embora. Eu volto à rotina: almoço de família, relatórios. A aliança brilha, mas sinto o cheiro dela na pele, o pulsar entre as pernas. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais. O segredo une-nos mais. Da próxima, quem sabe? O risco… é o que me faz viva.

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