Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida de Esposa e Amante Secreta

Eu sou a Maria, 42 anos, casada há 15 com o João. Vida perfeita em Lisboa: casa arrumadinha nos subúrbios, dois filhos na escola, eu contadora num escritório de advocacia. Todo mundo me vê como a esposa dedicada, a profissional séria. Mas… há o Miguel. Colega novo, 38 anos, daqueles que olham e desarmam. Começou com olhares na máquina de café. ‘Bom dia, Maria’, diz ele, e o meu coração acelera. Eu sorrio, mexo no anel de casada, sinto culpa, mas a excitação ganha.

Dias assim. No elevador, roçamos. ‘Estás linda hoje’, sussurra. Eu: ‘Para, o João pode ligar.’ Mas não paro. Mensagens no WhatsApp às escondidas: ‘Quero-te agora.’ O risco me mata. De manhã, beijo o João antes de sair, ele diz ‘Aproveita o dia, amor.’ No carro, penso no Miguel. No escritório, finjo foco nos números, mas a cueca já molha. Almoço? Hoje não. ‘Vamos ao parking’, manda ele. Eu hesitei? Um segundo. O desejo vence. Desço, coração aos pulos, aliança pesada no dedo.

O Segredo que Começou no Escritório

No carro dele, porta fechada, urgência total. ‘Rápido, tenho reunião às 14h’, digo, ofegante. Ele ri: ‘Vou foder-te como mereces.’ Puxa-me para o banco de trás, mãos ásperas na minha saia. Levanto-a, ele rasga a renda da cueca. ‘Estás encharcada, puta casada.’ Eu gemo, abro as pernas. O caralho dele sai duro, grosso, veias saltadas. Chupo primeiro, boca faminta, engulo até à garganta. ‘Assim, engole tudo’, manda ele, mão no cabelo. Salto fora, saliva escorrendo. Ele me vira, empurra contra o vidro. Entra num golpe, fundo, rasgando a buceta. ‘Ah, fode-me forte!’, peço. Bomba sem dó, couro contra couro, carro balança. Sinto o anel frio na pele quente dele. Gozo primeiro, tremendo, mordendo o lábio pra não gritar. Ele acelera: ‘Vou gozar dentro, toma o meu leite.’ Quente, jorra, enche-me. Saio pingando, ele limpa com lenços.

Volto ao escritório, pernas moles, cheiro de sexo no ar. Sorrio na reunião, finjo normal. Às 18h, pego o metro pra casa. No caminho, sinto o esperma escorrer na coxa, cueca rasgada. Chego, João cozinha: ‘Como foi o dia, querida?’ ‘Cansativo, mas bom.’ Beijo-o, culpa leve, mas o fogo queima. Jantamos, filhos contam escola. De noite, deito com ele, penso no Miguel. Masturbo-me quieta no escuro, lembro o caralho, o risco. Amanhã? Outro almoço? O segredo me vicia. Sou esposa perfeita… e amante selvagem. Adoro isso. Coração bate só de pensar. Ninguém sabe. E eu vivo duas vidas, uma segura, outra em chamas.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *