Minha Dupla Vida: A Traição Ardente nas Férias do Algarve

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas numa firma em Lisboa. Vida perfeita de fora: casa em Cascais, fins-de-semana de golf, jantares com amigos. Mas por dentro? Um fogo que queima. Adoro o risco, o segredo, sentir o coração aos pulos enquanto faço coisas que me fariam perder tudo. Nas férias no clube do Algarve, tudo explodiu.

Chegámos há dois dias. Praia lotada, sol a queimar. Eu no meu biquíni amarelo, justo, que fica transparente quando molha. O João na água, como sempre, a nadar como miúdo. Eu deito-me de barriga para baixo, pernas abertas devagar, a passar óleo nas coxas, subindo alto, quase a tocar na cona por baixo do tecido. Sinto olhares. Um gajo na toalha ao lado, quarenta e poucos, atlético, olha fixo. Chama-se Miguel, casado com a Eli, ela ali ao lado a ler, invisível. Ele sorri de canto, eu finjo não ver, mas cruzo as pernas devagar, arqueio as costas. Meu Deus, já estou molhada.

O Início do Meu Segredo nas Férias

O João sai da água, corpo molhado sobre mim. ‘Quente, hein?’, diz ele, mão a escorregar por baixo. Eu guio a dele entre as minhas pernas, tecido afastado. Dedos na minha cona, a foder devagar. Eu pego no pau dele, já duro, tiro do fato de banho, branlo forte, polegar no glande. Ele geme baixo, esquece a praia. Quase me fode ali, mas paro. Acelero, ele goza quente na minha mão. Chupo os dedos, salgado, viscoso. Ele corre para o mar, pau meio mole a balançar. O Miguel? Fugiu também, ereção óbvia. Ri-me sozinha, coração disparado. Culpa? Pouca. Excitação? Total.

Noite, jantar no restaurante do clube. Eles chegam, mesas partilhadas. Miguel senta-se ao meu lado, fala só comigo, olhos nos meus seios. ‘Gostas do Algarve?’, pergunta, mão roça a minha debaixo da mesa. João ri, desconverso. Eli calada. Irrita-me, mas excita. ‘Vá lá, Ana, conta mais de Lisboa’, insiste ele. Sinto o anel no dedo roçar o dele. Quero fugir, mas fico. Mais tarde, na cama, fodo o João a pensar no Miguel. Gozo gritando baixo.

Dia seguinte, ténis. Jupeta curta branca, sem cuecas – ideia do João. ‘Para me alucinares’, diz. Corro, jupeta levanta, rabo à mostra. Ele perde todas as bolas. ‘Fode-me aqui’, provoco. Ele enfia dedos na cona molhada, mama-me os peitos. Quase nos apanham. Saímos, braços dados, quando eles aparecem. Double mistos. Odeio. Jogo mal, sem cuecas, medo de mostrar ao Miguel. Troco com Eli, deixo os homens. Ela ri, feliz a vê-lo perder.

O Encontro Explosivo e o Regresso à Rotina

Subimos ao quarto dela. ‘Vem ver roupas para a festa’, digo. Ela experimenta o meu vestido amarelo, justo. Roda, sobe até à cona, rabo perfeito à vista. Rio, ela cora. Sentamo-nos na cama. Ela desabafa: casamento morto, ele mandão. Chora, abraço-a. Mão na coxa dela, sobe, toca o peito por cima do sutiã. Quente, firme. Ela treme, mas aproxima-se. ‘Ana…’, sussurra. Beijo-a no pescoço. ‘Queres?’, pergunto. Ela assente.

Foi rápido, urgente. Puxo o vestido dela, sutiã fora, chupo mamilos duros. Ela geme, mãos na minha cona. ‘Estás tão molhada’, diz. Deito-a, lambo a cona dela, clitoris inchado, safada. Dedos dentro, fodo forte. Ela goza tremendo, ‘Porra, Ana!’. Eu monto a cara dela, rebolo na língua, gozo gritando baixo. Coração aos saltos – quarto ao lado do marido dela? Risco puro. Limpamos, rimos nervosas. ‘Segredo nosso’, digo, anel brilhando.

Volto ao João, cheiro a ela na pele. Jantamos, dançamos. Eli relookada, linda. Miguel baba-se. Eu sorrio, cona ainda latejante. Noite, fodo o João normal, penso no segredo. Amanhã? Mais risco. Amo esta dupla vida. Casada certinha, puta secreta. Adrenalina vicia. Quem diria que sim?

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