Confissão: Minha Dupla Vida e o Sexo Proibido no Hotel da Bretanha

Sou casada há 12 anos, 37 anos, advogada em Lisboa. Vida perfeita de fora: marido fiel, casa em Alfama, clientes importantes. Mas por dentro… eu queimo. Adoro o segredo, o coração aos saltos, o risco de ser apanhada. Este ano, menti ao meu João: ‘Vou a uma formação em Paris, três dias’. Na verdade, vim à Bretanha, trilhas fora de época, sozinha. Para respirar. Para foder sem culpa.

Cheguei ao hotelzinho verdinho, terraço com jardim e mar ao fundo. Céu azul, raro aqui. No balcão, um rapaz moreno, uns 28 anos, simpático, olhos que devoram. ‘Boa tarde, senhora’, disse, com sotaque bretão suave. Deu-me a chave, subiu as escadas à frente. Olhei as costas largas, a bunda firme na calça. Meu anel de casada piscava no dedo. ‘Para si, quarto com vista’, sorriu. Coração disparou. Ele saiu, eu tranquei a porta, pensando: ‘Não, Inês, comportas-te’.

A Chegada e a Tensão do Segredo

Chuveiro quente, corpo dormente da trilha. Desci ao jardim por um copo de vinho. Ele veio servir. Mesa baixa, inclinou-se, camisa abriu no peito moreno, pêlos escuros. Não perdi nada. Ele endireitou-se, viu o meu olhar, sorriu maroto. ‘Mais um?’, perguntei. Veio de novo. Desta vez, botão extra aberto. Inclinou-se devagar, mão no peito, mas tirou-a. Ofereceu-me o peito todo. ‘Tudo bem, senhora?’, voz baixa. ‘Perfeito’, respondi, voz rouca. Paguei com 50 euros, ‘Guarde tudo, o serviço foi… excecional’. Subi, pernas tremendo.

Quarenta minutos. Batida na porta. Abri, ele ali, civil: calça leve, camisa escotada. ‘Desculpe, mas não quero que pense que…’. ‘Entra’, disse eu, puxando-o. Fechei a porta. Ele hesitou. Eu não. Toquei o peito dele, beijei o pescoço quente. Ele gemeu baixo. ‘Senhora…’. ‘Chama-me Inês’. Mão no meu rabo, beijo molhado, línguas dançando. Meu anel frio roçando a pele dele. Culpa? Sim, mas tesão maior. Desabotoei-o rápido, pau duro saltou, grosso, veias pulsando. Caí de joelhos, chupei gulosa. Boca cheia, saliva escorrendo, ele gemia ‘Porra, Inês…’. Dedos no cabelo dele, engoli fundo, garganta apertada.

O Prazer Explosivo e o Regresso à Rotina

Levantei-me, ele rasgou minha saia, cueca de lado. ‘Estás molhada pra caralho’, rosnou. Deitei na cama, pernas abertas. Língua dele no clitóris, chupando suave, depois forte. ‘Ali, sim, fode-me com a língua!’. Dois dedos dentro, gozando rápido, corpo tremendo, mordi o travesseiro pra não gritar. Ele parou, preservativo na, pauzão pronto. Montou-me, entrou devagar. ‘Tão apertadinha… casada e gulosa’. Ritmo louco, cama rangendo, peitos balançando. Meu anel cravado na bunda dele, puxando. ‘Mais forte, fode-me antes que eu vá embora!’. Ele acelerou, molhado todo, cheiro de sexo no ar. Gozei de novo, contrações fortes, ele veio logo, gemendo rouco, enchendo o camisão.

Ficámos ofegantes, suados. Ele beijou-me, ‘Incrível’. Deu-me o número, mas eu disse ‘Segredo’. Ele saiu, eu arrumei tudo. Chuveiro de novo, cheguei cheiro a sabão. Noite, marido ligou: ‘A formação ok?’. ‘Perfeita, amor’. Desliguei, toquei-me pensando no pau dele, no risco. Amanhã volto a Lisboa, senhora respeitável. Mas o fogo… arde mais. Esta dupla vida é o meu vício. Quem sabe o próximo hotel?

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