Confissão: A Minha Dupla Vida e o Fim de Semana Proibido à Beira-Mar

Acordei cedo, o sol já entrava pela janela. O meu marido, o João, dormia ao lado, ronçando baixinho. Olhei para a aliança no meu dedo, brilhante, um lembrete da vida certinha: casada há dez anos, gerente num banco em Lisboa, rotinas de jantares em família e reuniões intermináveis. Mas o telemóvel vibrou. Mensagem da Anna: ‘Vem já, não aguento mais esperar’. O coração acelerou. Era o fim de semana ‘de trabalho’ que inventei. Culpa? Um bocadinho. Excitação? Muito mais.

Preparei a mala às pressas. Culotes minúsculos, um bikini sem top – adoro a pele uniforme. Vista branca justa, sem sutiã, o tecido colava-se às nádegas, quase transparente com o suor da ansiedade. No comboio para o Algarve, vi-as: mãe e filha, a loira chique com meias até às coxas, saia beige revelando a renda preta. Sorriu-me ao passar, perfume forte, como um convite. Molhei-me só de imaginar. ‘Para de sonhar, Inês’, pensei, tocando a aliança. Mas o clitóris latejava.

O Segredo que Me Consome Diariamente

Cheguei suada, Anna esperava-me na estação, sozinha. ‘O Chuchou foi chamado a Lisboa, polícia’, disse ela, rindo. Jalouse? Talvez. Mas feliz por sermos só nós. Na villa dela, jardim com chãos-verdes, jacuzzi a borbulhar. Calor infernal, o short dela curto mostrava as coxas carnudas. ‘Queres mergulhar ou beber?’, perguntou. ‘As duas coisas’. Despi-me devagar, ela devorou os meus seios com os olhos. ‘Estás branca aqui, vamos bronzear isso’.

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