Sou a Maria, 38 anos, casada com o João há 12. Trabalho como contabilista numa firma séria, chego a casa às 18h, faço o jantar, somos o casal perfeito aos olhos de todos. Mas… tenho esta merda dentro de mim. O David, o melhor amigo do João, gay assumido, casado com o Marc. Eles foram padrinhos no nosso casamento. Ele é engraçado, carinhoso, sempre a rir. Eu adoro-o. Demasiado. Nunca toquei num homem que não fosse o meu marido, mas com ele… sinto um fogo. O risco? Ele é gay, o João confia nele cegamente. E eu? Vivo com o coração aos pulos só de pensar.
Era sábado, 18h. O João tinha saído para o futebol com os colegas, disse que voltava antes das 19h30. ‘Não demoro, amor’, beijou-me a testa. Fechei a porta, o relógio a ticar. Liguei ao David: ‘Vem cá tomar um copo rápido? O João saiu.’ Ele veio. Rápido. Entrou a rir, com aquela energia dele. Sentámo-nos no sofá da sala, vinho tinto nos copos. Conversei das minhas compras da tarde – saí sozinha, para variar. ‘Quero mostrar-te isto, David. Vais adorar.’
A Rotina Perfeita e o Desejo que Me Consome
Peguei no saco, tirei um vestido verde leve, até ao joelho. ‘Espera, tens de ver vestido!’ Eu… não sei o que me deu. Tirei o top ali mesmo, na sala. Fiquei de sutiã de renda vermelha, a saia ainda. Ele piscou o olho: ‘Uau, Maria, estás brutal.’ Ri-me, nervosa. Tirei a saia, só lingerie. Desfilei como uma parva, rodopiando. O coração batia forte. A minha aliança brilhava no dedo, contrastando com o olhar dele. Ele mordeu o lábio. ‘Estás… perfeita assim.’
Sentei-me ao lado dele, pernas cruzadas. ‘Gostas mesmo?’ Ele: ‘Olha para esse rabo… Se eu não fosse gay…’ A mão dele roçou a minha coxa. Eu tremi. ‘David… o João pode voltar a qualquer momento.’ Mas não parei. Ele aproximou-se: ‘Só um toque, Liz… quer dizer, Maria.’ A mão esquerda dele no meu monte de Vénus, por cima da renda. Eu assenti, culpada mas molhada. Os dedos deslizaram para baixo, tocaram a minha cona através do tecido. ‘Estás ensopada…’, murmurou. Eu gemi baixinho.
O Sexo Proibido e o Risco de Ser Apanhada
‘Posso meter por baixo?’ ‘Sim… rápido.’ Ele enfiou os dedos na minha cona, malandro mas insistente. Eu abri as pernas, o sofá a ranger. O relógio marcava 18h45. Pânico e tesão. ‘David, fode-me. Agora.’ Ele despiu-se num segundo, o slip azul a cair. A pila dele… enorme, grossa, bolas rapadas. Não é gay a 100%, pensei. Caí de joelhos, chupei aquela caralho como uma puta faminta. Sucção alta, baba a escorrer. Ele gemia: ‘Caralho, Maria…’. Inverteu: tirou-me o sutiã, mamou os meus peitos, beliscou os mamilos. Depois o cuspe: língua na minha cona, desajeitado mas voraz. Eu gozei na boca dele, abafando gritos.
Não aguentei. ‘Mete, David, fode-me!’ Deitei-me no sofá, pernas ao alto. O caralho dele entrou devagar, o glande inchado a abrir-me. ‘Que cona apertada…’, disse ele. Começou lento, depois pilou forte, rude. Eu cravava as unhas nas costas dele, a aliança fria contra a pele quente. ‘Mais rápido, antes que ele chegue!’ Batidas secas, suor a pingar. Ele grunhiu: ‘Vou gozar dentro!’ ‘Sim, enche-me!’ Sentiu-o pulsar, quente, a jorrar.
Ele saiu, esperma a escorrer. Eu toquei-me, misturei com o dele, gozei outra vez. Limpámos tudo a correr – sofá, chão. Vestimo-nos. Ele beijou-me: ‘Segredo nosso.’ Saiu às 19h20. O João chegou 5 mins depois. ‘Tudo bem, amor?’ Sorri: ‘Sim, estive sozinha.’ Jantámos, normalidade total. Mas debaixo da mesa, a minha cona latejava, cheia do sémen do David. O segredo… é o melhor afrodisíaco. Amanhã vejo-o no churrasco familiar. O risco continua. E eu adoro.