Sou casada há 15 anos, mãe de dois, advogada em Lisboa. De fora, pareço perfeita: saias discretas, aliança brilhante, sorrisos educados no escritório. Mas por dentro… Meu marido mal me toca. Eu anseio por isso, pelo risco, pela adrenalina de ser pega. Encontrei um site de anúncios libertinos. Um rapaz de 26 anos oferecia ‘estimulação clitoriana pura, só para o teu prazer’. Escrevi-lhe, coração disparado. ‘Não sou gigolo, só um amador. Quero a tua calcinha como lembrança’, respondeu. Troca de mails quentes: ‘Não tires logo, adoro o algodão na cona molhada’, confessei. Marquei para as 12h30, num abrigo de autocarro no centro. Ele vem de carro, leva-me a um sítio calmo nos arredores, norte de Lisboa, perto de Loures. Urgente, pois às 14h tenho reunião. Culpa? Um pouco. Excitação? Imensa.
Cheguei cedo, saia preta até aos joelhos, blusa branca, saltos. Sem meias, só uma calcinha branca simples de algodão. Vi o carro parar nos ziguezagues amarelos. Ele, fato impecável, jovem bonito. Não nos descrevemos antes – mais excitante assim. ‘Boa tarde, jovem!’, disse eu, entrando. Voz tremia. Ele: ‘Boa tarde, senhora Ana!’. Meu clitoris já latejava. Coração batia forte, sentia na garganta. Ele arrancou, eu guiei: ‘Direita, depois para Loures’. Colocou a mão na minha coxa. Parei de falar um segundo. Deixei. Dedos subiam devagar pela saia, auricular roçando a borda da calcinha. Pernas abriram-se sozinhas. ‘Estás molhada?’, murmurou. ‘Vê quando chegarmos’, respondi, ofegante. Parámos num caminho de terra, orla de um bosque. Desligou o motor. Desabotoou cintos. Baixou meu banco. Saia subiu, calcinha à vista – mancha cinzenta de humidade. ‘Que tesouro’, disse ele, massageando coxas. Mãos quentes, lentas, de joelhos ao pubis. Effleurava as grandes lábios pelo algodão. Eu arqueava, gemia baixo. ‘Devagar… adoro assim’. Finalmente, tocou no clitóris. Duro, inchado. Polegar direito circulava, indicador e médio nas pequenas lábios. Mouille escorria, ouvia o chapinhar. ‘Estás encharcada, Ana’. Respiração guiava-o: acelerava quando eu ofegava mais. Calcinha ensopada. ‘Tira-a’, pedi, erguendo as nádegas. Desceu aos joelhos. Cona depilada, clitóris erguido como montinho vermelho. Dedos untados na minha baba, apertou o capuz, puxou suave. ‘Assim?’, ‘Sim, caralho, continua’. Mudava ritmo: rotação com três dedos, palma inteira massageando, depois só indicador pressionando o glande devagar. Pernas tremiam, corpo vibrava. ‘Vou gozar… não pares!’. Gritava agora, unhas no assento. Espasmos violentos, cona contraía, jorro de sumo. Cobriu com mãos: ‘Basta!’. Dez minutos a tremer, olhos fechados.
A Rotina Impecável e o Chamado do Desejo
Ele sorria, ereção visível. ‘Nunca gozei tanto’, confessei, voz rouca. Endireitei banco, subi calcinha molhada, ajeitei saia. ‘Leva-a, mereces. Mas goza nela no WC do escritório’. Riu cúmplice. Levou-me de volta ao abrigo. Antes de sair, tirou-a, deu-me: ‘Usa bem’. Beijo rápido nos lábios. ‘Aguardo mail teu’. Saiu, senhora respeitável outra vez. No carro dele, calcinha na mão – cheiro meu ainda quente. Voltei ao escritório, aliança reluzindo, sorriso profissional. Reunião às 14h, pernas fracas, cona latejante. Marido liga à noite: ‘Tudo bem, amor?’. ‘Perfeito’. Secreto guardado, fogo aceso. Quero mais. O risco… vicia.