Sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, dois filhos lindos, advogada numa firma top em Lisboa. Toda a gente me vê como a mulher perfeita: jantares em família, yoga de manhã, reuniões sérias de tarde. Mas… ai, mas tenho esta outra vida. Adoro o segredo, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. A minha aliança brilha no dedo enquanto penso em paus que não são do meu marido.
Esta semana fui a um congresso em Porto. Cheguei ao hotel chique na Baixa, vestida de fato elegante, salto alto, cabelo apanhado. O João ligou: ‘Aproveita, amor, volto amanhã do trabalho.’ Sorri, disse que sim, mas já sentia a excitação. No bar, sob luzes ténues, vi-o: o Miguel, chefe de gabinete de um deputado importante. Olhos fixos nos meus, sorriso safado. Ele aproximou-se: ‘Ana, ouvi falar de ti. Queres um copo?’ Aceitei. Falámos de política, mas os olhares diziam mais. Ele sabia tudo: o meu casamento, os filhos, a firma. ‘Tens uma vida impecável’, disse ele, tocando-me o braço. ‘Mas e se eu te disser que sei do teu lado selvagem?’ O coração disparou. Como? Eu sou discreta! Ele riu baixo: ‘Trabalho disto. Segredos são o meu pão.’ A aliança pesava no dedo, o relógio marcava 23h. O João esperava mensagem. Mas o desejo crescia. ‘Vem ao salão privado’, murmurou. Hesitei. ‘Não devia…’ Mas levantei-me, pernas trémulas.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido
Entrámos no salão escuro, porta fechada. O ar cheirava a whisky e tabaco. Ele trancou a porta. ‘Sabes que queres isto.’ Puxou-me para si, beijou-me com fome, língua quente na boca. As mãos dele na minha saia, subindo, rasgando as collants. ‘Estás molhada, safada.’ Gemi, sentindo os dedos dele na minha cona ensopada. Tirei-lhe a camisa, mordi o pescoço. Ele baixou-me as cuecas, ajoelhou-se e lambeu-me o clitóris, chupando forte. ‘Ah, caralho, para!’ Mas não queria. Levantei-o, desfiz-lhe a braguilha. O pau dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. Masturbei-o devagar, saliva escorrendo. ‘Fode-me agora’, pedi, voz rouca. Ele virou-me contra a mesa, ergueu a saia. Senti a cabeça no entrada da cona, molhada e aberta. Empurrou forte, todo de uma vez. ‘Porra, que apertadinha!’ Gemeu, batendo fundo. As minhas tetas balançavam, a aliança batia na madeira. Fodia-me rápido, urgente, pausadas curtas e profundas. ‘Mais forte, fode-me como uma puta!’ Gritei baixo, medo de barulho. Ele agarrou-me os cabelos, metia e tirava, bolas batendo no cu. O suor escorria, o cheiro de sexo enchia o quarto. Mudei: sentei na mesa, pernas abertas, ele enfiou de novo, chupando os mamilos duros. Gozei primeiro, cona contraindo no pau dele, unhas nas costas. ‘Vou gozar dentro!’ Avisou. ‘Sim, enche-me!’ Ele acelerou, grunhiu, jorros quentes dentro de mim, transbordando pelas coxas. Ficámos ofegantes, ele ainda dentro.
Saí do salão ajeitando a saia, collants rasgadas escondidas. Ele beijou-me: ‘Volta sempre.’ No quarto, tomei duche rápido, mas sentia o sêmen dele ainda a escorrer. Liguei ao João: ‘Tudo bem, amor? Chego amanhã.’ Ele: ‘Saudades, beijo os miúdos por ti.’ Sorri, culpada mas excitada. Deitei-me, toquei-me pensando no risco. De dia, sou a esposa perfeita; de noite, puta secreta. Esta dupla vida… vicia-me. O segredo guardado faz-me pulsar. Amanhã, volto à rotina, mas com o cu a arder de desejo por mais.