Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, advogado certinho, casa em Lisboa, dois miúdos na escola. De dia, sou gerente numa firma de consultoria, reuniões, PowerPoints, sorriso profissional. Ninguém imagina que à noite, ou pior, ao almoço, o meu coração acelera por causa do Pedro. Ele é o meu ‘demi-irmão’ do trabalho, colega rival mais novo um ano, adotado na equipa há uns tempos. Já nos conhecemos de uma festa da firma, há três anos. Aquela noite na garagem… beijámo-nos como adolescentes, mas parei. Agora, ele quer a minha promoção. E eu quero-o a ele.
Hoje, outra reunião tensa no escritório. Ele entra, fato cinzento, olhos de ferro. ‘Ana, os teus números estão fracos’, diz com sarcasmo. Eu sinto o rubor subir. A aliança no dedo pesa, mas a minha cona já pulsa. Mando mensagem no WhatsApp: ‘Preciso falar contigo. Parque de estacionamento, já.’ O João liga: ‘O jantar está pronto às 20h, ok?’ ‘Sim, amor, chego a horas.’ Minto tão bem. Desço as escadas a correr, coração aos saltos. Ele está no carro dele, Mercedes preta, vidros escuros. Entro, fecho a porta. ‘O que queres, Ana?’, pergunta, mas a mão já na minha coxa. ‘Cala-te e fode-me antes que eu me arrependa.’ O risco… e se alguém vê? O meu carro ali ao lado, o segurança a rondar.
O Segredo que Me Consome Diariamente
Ele ri baixo, puxa-me para o banco de trás. As saias sobem, as cuecas rasgadas de lado. ‘Estás tão molhada, puta casada’, murmura, dedos dentro de mim, dois, três, bombeando rápido. Eu gemo, ‘Mais, Pedro, fode-me com força.’ Ele abre a braguilha, o caralho dele salta, grosso, veias inchadas, cabeça roxa. Eu monto nele, cona aberta engolindo tudo num só movimento. ‘Ahhh, fode, que delícia’, digo, cavalgando como louca, mamas saltando fora do sutiã. Ele agarra-as, mama, ‘Olha a tua aliança brilhando enquanto me fodes.’ Eu gozo primeiro, contrações apertando o pau dele, sucos escorrendo pelas coxas. Ele vira-me de quatro, bate forte, ‘Vou gozar dentro, engravidas-te para o teu maridinho criar.’ Eu imploro, ‘Sim, enche-me a cona.’ Ele explode, jatos quentes, tanto que sinto transbordar. Sudorosos, ofegantes, cinco minutos no máximo. ‘Vai-te embora, antes que nos vejam’, diz ele, beijando-me a boca com fome.
Saio do carro, pernas a tremer, maquilhagem borrada, cheiro a sexo. Ajusto a saia, entro no meu carro. Dirijo para casa, o sêmen dele a escorrer na cueca. Chego, João abre a porta, ‘Tudo bem, amor?’ ‘Sim, reunião longa.’ Beijo-o, sinto o gosto do Pedro na língua. Janto, ajudo as crianças com os TPC, deito-me ao lado do marido. Ele dorme, eu toco-me devagar, revivendo tudo. O segredo arde em mim, culpa misturada com tesão puro. Amanhã, no trabalho, olhares cúmplices. Ninguém sabe. Eu adoro esta vida dupla, o risco de ser apanhada, a cona sempre pronta para ele. E o João? Ama-me sem saber. Perfeito.