Confissão de uma Portuguesa Casada: A Noite Secreta que Me Fez Tremer

Sou a Maria, casada há dez anos com o João, gerente de contas num banco em Lisboa. Vida perfeita de fora: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… ai, o mas. Tenho uma outra vida. Um grupo secreto de amantes. Félix, Estelle, Clément, Rosanna, Antoine. E a Sandra, que partiu há meses para o Brasil, deixando-nos com saudades e memórias quentes. Esta noite, o coração batia-me forte quando o telemóvel vibrou. Mensagem do Félix: ‘Casa minha, 21h. Honra à Sandra. Vem nua por baixo.’ Engoli em seco. O João no sofá, a ver futebol. ‘Reunião de trabalho urgente, amor. Volto já.’ Beijo na cara dele, aliança a brilhar no dedo. Saio, pernas a tremer. E se ele cheirasse o desejo no meu perfume?

No carro, acelero pelas ruas escuras. A cona já molhada só de pensar. Chego à casa do Félix, luzes baixas, vinho aberto. Eles estão lá, seis ao redor da mesa. ‘Maria, atrasada’, diz Félix com sorriso safado. ‘Desculpa, o marido…’ Ele ri. ‘Tira a saia, mostra.’ Hesito, mas levanto a saia preta. Nada por baixo, como pedido. ‘Boa rapariga.’ Maria – eu – nua de baixo, robe por cima. Estelle passa-me a cueca dela, roxa, húmida. ‘Veste, sente-me.’ Visto, sinto o calor da cona dela na minha. Arrepio. ‘Agora, em honra da Sandra, vamos devagar. Beijos primeiro.’ Beijamo-nos todos, salivas misturadas, lágrimas de saudade. Línguas quentes, mãos a vaguear.

O Segredo que Me Consome Diariamente

Félix despacha-se primeiro. O caralho dele, duro, quase horizontal. Tremendo um bocado, senta-se na cadeira. Eu aproximo-me, viro costas, levanto a robe. Sinto a cabeça do caralho na entrada da cona. Desço devagar… Entra todo, grosso, preenchendo-me. Paro. Imóveis, fichados um no outro. O grupo olha. O meu coração martela, a aliança fria contra o peito dele. ‘Não mexas’, sussurra ele. ‘Sente a pressão subir.’ Sinto, sim. A cona a pulsar, sumos a escorrer pelas coxas. Rosanna no meio, nua, tee verde na cabeça. ‘Tomem-me assim.’ Clément beija-lhe os peitos, fode-a na banquette, gemidos baixos. Eu, no Félix, imóvel, mas dentro explode. Ele goza primeiro, jatos quentes dentro, enchendo-me. Eu sigo, cona a contrair, orgasmos múltiplos sem mexer. Porra a pingar. Ao lado, Antoine masturba-se à volta da mesa, ejacula forte no chão. Estelle, com cueca minha agora, fodeda por Clément no cu, gritinhos abafados.

O Êxtase Proibido e o Regresso à Rotina

De repente, porta! Batem forte. ‘Quem está aí? Vizinho!’ Pánico. Coração na boca. Vestimo-nos a correr, porra ainda na pele. ‘Shhh!’ Félix abre uma fresta. ‘Nada, senhor, só jantar.’ O tipo vai-se. Rimos nervosos, mas excitados. ‘Quase apanhados’, digo eu, buceta latejante.

Saio às 23h, pernas bambas, cheiro a sexo. Chego a casa, João dorme. Tomo duche rápido, mas guardo a porra dentro. Deito-me ao lado dele, mão na aliança. Amanhã, escritório, sorrisos falsos. Mas sinto o segredo: cona inchada, memórias vivas. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Quero mais. Esta dupla vida… é o meu vício.

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