Sou a Maria, 35 anos, casada com o Pedro há oito. De dia, sou gerente de banco, blusas impecáveis, aliança a brilhar no dedo, jantares em família. Mas por dentro… por dentro queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Ontem, cinema com o Pedro. Sentámo-nos no fundo, como sempre. Luzes apagam. Entra um gajo alto, ombros largos, senta mesmo ao meu lado. Sorri, malicioso. Os joelhos tocam. Meu coração dispara. Sinto o calor subir, a cona a humedecer num instante. Pedro vê as pré-anúncios, alheio. Eu? Imagino chupar aquela picha ali mesmo.
Ele põe o casaco nos joelhos. Eu faço o mesmo. A mão dele na minha coxa. Dedos quentes, subindo devagar. Meu Deus, a aliança fria contra a pele dele… que contraste. Gemo baixo. Ele acelera, roçando a cueca. Eu meto a mão no casaco dele, apalpo a braguette dura. Caralho, que pauzão. Desabotoo, agarro o caralho quente. Branlo devagar, sentindo o pré-gozo. Ele enfia dois dedos na minha cona ensopada. Ritmo igual, forte. Mouro tanto que o assento fica molhado. Pedro come pipocas. Se soubesse…
A Tensão no Escuro do Cinema
‘Pedro, vou ao WC’, sussurro. Ele acena. Cinco minutos. Viro-me pro gajo: ‘Vem’. Ele levanta-se, eu sigo. No escuro, ajoelho-me. Língua no glande, salgado. Engulo até à garganta. Ele agarra-me o cabelo: ‘Puta’. Gemo, chupo voraz. ‘Quero engolir tudo’. Ele explode, jatos quentes na boca. Engulo, lambo os beiços. Volto, beijo o Pedro. Sabor a porra na língua.
Mas não chega. No filme, mão dele volta à minha coxa. Dedos na cona outra vez. ‘Preciso de ti dentro de mim’, penso. Ele levanta-se, vai aos WC homens. Eu digo ao Pedro: ‘Chamada importante’. Entro, porta entreaberta. Ele com as calças nos joelhos, caralho duro. Fecho, viro-me, cambro as nádegas. ‘Fode-me’. Ele afasta a tanga, enfia de rompante na cona. ‘Ahhh!’, mordo o lábio. Puxa-me o cabelo, pomba forte. Arranca botões da blusa, mama na mão, belisca o mamilo. ‘Salope’. Eu: ‘Mais forte!’. Meto dedo no clito, furo-me mais.
O Foda Selvagem nos WC e o Regresso à Rotina
‘Quero o cu’, gemo. Ele cospe, enfia no rabo apertado. Dor boa, prazer louco. ‘Desmonta-me o cu!’. Ele fode selvagem, fustiga as nádegas. ‘Puta casada, adoras caralho no cu!’. Sim, adoro. Dedos na boca dele, chupo como picha. Orgasmo sobe, tremo. Ele goza dentro, quente, fundo. Saio a pingar, compondo a saia. Volto, deito a cabeça no ombro do Pedro. Ele traz refrescos. ‘Obrigada, amor’, beijo-o. Cheiro a sexo no ar, porra no cu a escorrer.
Meu Deus, que viciada. De dia, senhora respeitada. De noite, chucha e cuzinho arrombado por um estranho. O risco… o Pedro ali, sem saber. Meu coração ainda bate forte. Quero mais. Amanhã? Quem sabe.