Confissão: Minha Dupla Vida como Esposa Fiel e Amante Insaciável

Eu sou a Teresa, portuguesa de raiz, casada há 12 anos com o João. De dia, sou secretária numa firma séria em Lisboa, sempre impecável, com saia lápis e sorriso profissional. Em casa, janto pronto, filha de 14 anos a estudar, marido a chegar cansado do trabalho. Ninguém suspeita. Mas… ai, o segredo queima-me por dentro. Há meses, passo pela avenida principal e vejo aqueles néons piscando: ‘Ultra-Sexo, sonhem sexo ultra’. Dizia para mim mesma que era treta para trouxas. Mas o buzz no café do escritório… todos falam, até os mais certinhos. ‘Fui lá, foi brutal’, diziam. Eu? A única parva que não foi. Até que um dia, folheto na caixa de correio: oferta especial, 75% off. Coração disparou. Nada planeado no fim de semana. João viaja por negócios. Filha com avó. Porquê não? Entro no prédio imenso, hall escuro, receção com uma latina linda. ‘Primeira vez?’, sorri. Escolho ‘Senhora Virgínia’, uma vizinha casada como eu, fogo no rabo, marido negligente. Parecia… eu mesma. Pago, capacete, injeção. E ploft, sonho começa. Mas sente-se real demais.

Estou no jardim da vizinha, a regar flores. Ele aparece, o Félix, solteiro do lado, olhos famintos. ‘Teresa, que saudades.’ Beijo nas bochechas, carnudas, quentes. Olho à volta – a velha Lantenau espreita pela cortina, olhos viperinos. Paro. Mas pau dele já endurece contra mim. ‘Vem, amor’, sussurra, puxa-me pro garage. Coração na boca, batendo louco. Aliança no dedo esquerdo brilha enquanto aperto a mão dele. ‘O João chega cedo hoje?’, pergunto, voz tremendo. ‘Não, atrasado. Filha saiu de moto. Térésa mandada pra casa.’ Portas fecham. Beijo feroz, línguas enroscadas. Rasgo camisa dele, unhas nas costas. Ele apalpa minhas tetas grandes, morde mamilos por cima do sutiã. ‘Quero-te agora, safada.’ Calções abaixo, cu dele na cara – cheiro a gasolina, óleo, tesão puro. Chupo pilinha dura, veias pulsando, bolas pesadas. Ele geme: ‘Assim, engole tudo.’ Deito no capô do carro, pernas abertas. Ele lambe cona molhada, clitoris inchado. ‘Estás encharcada, puta casada.’ Enfio dedos no cabelo dele. ‘Fode-me rápido, antes que nos apanhem.’ Pilinha grossa entra de rompante, enche-me toda. Bato forte, urgente, corpo suado colando. ‘Mais fundo, caralho!’ Grito baixo, medo da rua. Ele vira-me, de quatro, mete no cu apertado – lubrifica com cuspe, arde bom. ‘Sentes a aliança no teu cu?’, rio nervosa. Bombeia selvagem, bolas batendo. Orgasmo explode, cona aperta, jorro quente dentro. Ele goza gemendo: ‘Toma meu leite, Teresa.’

A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado

Porta abre – Térésa grita: ‘Senhora, rato no porão!’ Saio despachada, roupa amarrotada. Ele ri. Acordo suada, capacete fora. ‘Hora acabada’, diz a asiática fofa. Frustração enorme – cortaram no pico! Mas tesão real, cueca molhada. Volto pra casa real, João dorme. Cozinho jantar, aliança limpa, mas cheiro dele na pele. Sorriso culpado no espelho. Amanhã, rotina. Mas o segredo? Adrenalina pura. Sou esposa perfeita… e amante viciada. Quem diria? Quero mais. Risco de ser apanhada? É isso que me faz foder como louca.

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