Sou a Maria, casada há 10 anos com o João, professora numa escola secundária em Lisboa. Vida certinha: casa impecável, jantares em família, aliança brilhando no dedo. Mas por dentro? Um vulcão. Conheci o Axel há meses, num congresso em Madrid. Ele é francês, alto, olhos que me devoram. Desde então, mensagens quentes, promessas. Desta vez, menti ao João: ‘Viagem de trabalho a Tenerife, conferência obrigatória’. Ele acreditou. Prolonguei uma semana, chambre 423 no hotel de Puerto de la Cruz. Coração aos saltos no avião. E se me vissem? E se o telemóvel tocasse? Mas o risco… ai, o risco me molha toda.
Chegámos juntos, valises no quarto, porta fechada. Vista para a promenade, palmeiras, mar ao fundo. Abracei-o forte, beijei com fome. A aliança roça a pele dele, lembro-me do João por um segundo – culpa rápida, mas o desejo engole tudo. ‘Estás louca por mim, não estás?’, sussurra ele. ‘Sim, caralho, mas temos de ser rápidos hoje.’ Passeámos pela Avenida de Colón, Playa Martinez, o Lago Martianez com piscinas na lava negra. Sol na pele, mão na dele, mas olhos por todo o lado. No spa do hotel, nus – só maiores de 16. Água quente, estrelas falsas no teto. Ele acaricia minha perna debaixo d’água. Uma mulher loira olha, cora. Sinto olhares nos meus seios firmes, 80C naturais, cu apertado. Saímos a rir, mas tensos. ‘Quero-te agora’, diz ele. Subimos, corações batendo forte. Urgência: amanhã volto à rotina.
O Segredo que Me Faz Tremer
No quarto, peignoirs no chão. Olhamo-nos nus. O pau dele meio duro, veias pulsando na base peluda. Eu molhada, cona inchada. Caio de joelhos, engulo o caralho dele devagar, só a cabeça na boca quente. Língua rodando no glande, salgado. ‘Porra, Maria, assim me fodes a cabeça.’ Olhos nos olhos, ele geme, mãos nos ombros. Levanto-me, ele me joga na cama. Boca na minha cona, língua enfiada fundo, chupando o clitóris. ‘Estás encharcada, safada.’ Gozo rápido, pernas tremendo, grito abafado. 69 agora: engulo-o todo, bolas na cara, ele lambe meu cu. ‘Quero o teu cu, Maria.’ De quatro, ele molha os dedos na cona, espalha no meu buraco apertado. Entra devagar, dorzinha boa vira prazer puro. ‘Fode-me o cu, Axel, enche-me!’ Puxo o vibrador debaixo da almofada – o mesmo que usei com uma amiga noutra vez. Ele chupa-o, baba pingando. ‘Meta na cona, puta.’ Enfio, dupla penetração: cu cheio do caralho grosso, cona rebentando com o vibrador. Ele bate nas nádegas, aperta o peito. ‘Vou gozar no teu cu!’ ‘Sim, enche-me de porra!’ Gozo primeiro, corpo em espasmos, cona esguichando. Ele explode dentro, quente, escorrendo.
Depois, deitados, suados. Limpo-me depressa, visto a roupa. ‘Foi insano’, digo, beijando-o. Ele ri: ‘Volta logo.’ Saio do hotel, sol poente na promenade. Aliança no dedo, cheiro dele na pele. Chego a Lisboa amanhã, João me espera com jantar. Sorrio no avião. Ninguém sabe. A culpa? Mínima. O frisson do segredo? Infinito. Já penso na próxima mentira. Esta dupla vida… é o meu vício.