A Minha Confissão: A Foda Proibida na Tesla do Desconhecido

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Miguel, dois filhos, gerente de contas num banco em Lisboa. Aos olhos de todos, vida perfeita: casa em Cascais, jantares de família, yoga aos sábados. Mas por dentro… puta que pariu, ando faminta. O Miguel é um santo, mas na cama é rotineiro, sempre o mesmo missionário sem graça. Eu adoro o risco, o segredo, aquela adrenalina de poder ser apanhada. A minha aliança brilha no dedo, mas a minha cona pulsa por mais.

Esta semana, disse ao Miguel que ia a uma conferência em Faro. Mentira. Queria ir à Costa del Sol sozinha, mas para poupar e sentir o thrill, meti-me no BlaBlaCar. Saí de madrugada, coração aos pulos. Perdi tempo à volta de Lisboa, cheguei ao almoço frustrada. Levanto o polegar, e pá, uma Tesla preta para. Incrível, estas máquinas nunca param para auto-stoppers. Abro a janela, um gajo de uns 40, Sam, calças de linho, camisa desabotoada, sorriso maroto.

O Segredo que Começou na Autoestrada

“Olá, onde vais, linda?” Pergunta ele. “Sul, Espanha.” Respondo, suando um bocado. “Eu levo-te até Sevilha, sobe!” Monto, saco atrás. A carro é uma loucura, tudo automático. Falamos da minha ‘conferência’, da vida dele como empresário. Vira para o pessoal: “Tens namorado?” Rio, mexo na aliança. “Casada, feliz… mas aborrecida na cama.” Ele ri. “Eu também era tímido, mas experimentei coisas com amigos, ganhei confiança.” Fico curiosa. Ele fala de depilação, de como as mulheres adoram um gajo liso. Eu confesso: “Eu raso-me toda, adoro sentir a cona lisinha quando me como sozinha.”

A tensão sobe. Olho para a bossa dele nas calças. Ele nota. “Queres ver como fica bem?” Hesito, coração a martelar. Baixo as calças devagar, mostro a minha tanga preta rendada. Ele engole em seco. “Caralho, estás molhada.” Toquei-me por cima, sentindo o tecido colar. Ele abre as calças, boxer justo, pila dura a pulsar. Comparo com o Miguel, maior, mais grossa. Adrenalina pura, carros a passar, vidros escuros mas risco ali.

O Prazer Explosivo e o Risco Máximo

Não aguento. “Toca-me.” Ele enfia a mão na minha saia, dedos na cona ensopada. “Estás a pingar, puta casada.” Geme. Chupo os dedos dele, gosto do meu mel. Ele acelera, eu abaixo-me, abro o zíper, engulo a pila dele inteira. Grossa, veias salientes, cheiro a macho. Chupo forte, baba a escorrer, mão na base a masturbar. Ele agarra-me o cabelo: “Vai, engole tudo, antes que o teu marido ligue.” Telefone toca – Miguel! Ignoro, chupo mais fundo, garganta apertada. Ele geme baixo, “Vou gozar na tua boca!” Jatos quentes, engulo tudo, lambo o caralho limpo. Ele retribui, dois dedos na cona, polegar no cu, lambe o clitóris. Gozo a tremer, cona a contrair, molho o banco.

Paramos numa área de serviço isolada. No mato, fodo-me nele contra a árvore, saia subida, ele a meter fundo, bolas a bater. “Mais rápido, tenho de voltar!” Gozamos juntos, suor, cheiro a sexo. Ele dá-me um boxer dele como troféu, molhado do nosso gozo.

Chego a casa às 22h, cheiro a perfume dele disfarçado. Beijo o Miguel, cona ainda latejante. No banho, toco-me a lembrar, aliança fria contra pele quente. Amanhã sou a esposa perfeita, mas no fundo… sou a puta secreta. O risco? Viciante. Quero mais.

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