Confissão de uma Mulher Portuguesa: A Minha Dupla Vida com o Chefe

Não dormi nada esta noite. O João não voltou para casa e eu fiquei aqui, sozinha, a dar voltas na cama. A cabeça a mil. Eu sei que procurei isto. Ele avisou-me, mas eu não parei. Pelo contrário, incentivei. Imagino-o agora nos braços do Rui, o meu chefe. Na casa de banho do escritório, de joelhos, a chupar-lhe o caralho com aquela fome que eu conheço bem. Apesar dos ciúmes, sinto o calor a subir entre as pernas. Queria estar lá, ver o corpo perfeito dela, a boca sensual aberta para outro pau que não o meu. Mas não. Só tenho este email para desabafar.

De manhã, saí de casa em silêncio. O dia correu normal no trabalho, mas depois do almoço, chegou o email dele. ‘Olá amor, dormiste bem? A minha noite foi incrível.’ O coração acelerou. Eu, casada há dez anos, mãe de família, advogada respeitada, com o anel no dedo a brilhar. E ali, no meio do escritório, a ler sobre a aventura dela. Sinto culpa, mas o desejo vence. A vida certinha de dia, as saias justas, os sorrisos falsos nas reuniões. E à noite, o fogo que me consome.

O Segredo que Me Consome de Desejo

Era meio-dia quando o Rui apareceu à porta. Eu só tinha uma t-shirt fina e uma tanga minúscula. Envergonhada, lembrei-me da noite anterior, mas ele trazia flores e um olhar que derretia tudo. ‘Entra’, disse eu, voz trémula. Colou-se a mim, beijou-me com força. A língua dele na minha, chupando-a devagar. As mãos nas minhas coxas, subindo, tocando a tanga. Um arrepio pelo corpo todo. Olhou à volta, pegou-me na mão e levou-me ao sofá da sala.

‘Senta-te aqui, Inês.’ Deitei-me, ele ajoelhado ao lado. Beijou-me o pescoço, levantou a t-shirt. Os dedos afastaram a tanga, abriram as minhas grandes e pequenas lábios. Estava encharcada. ‘Estás tão molhada, adoro isso.’ Gemi baixinho enquanto ele enfiava um dedo, depois dois. A cona a pulsar. ‘Quero-te tanto.’ ‘Faz o que quiseres comigo, Rui.’

Tirou-me a tanga devagar. Agarrando as minhas tornozelas, dobrou-me ao meio, pés atrás da cabeça, rabo no ar, cona lisa exposta. A língua dele no meu sexo, lambendo, chupando o clitóris. Minutos intermináveis. ‘Adoro esta tua bundinha depilada e a pelinha curta no monte de Vénus.’ Gemia sem parar. ‘Gostas da minha língua na tua cona?’ ‘Humm, sim, continua, por favor.’ Levantou mais o rabo e lambeu o cu. Hesitei – só o João tinha tido isso –, mas o prazer era demasiado. A língua a abrir-me, um dedo a entrar. Gozei forte, o corpo a tremer, sumo a escorrer pelo rabo.

O Encontro Explosivo e o Regresso à Rotina

‘Vejo que adoras, Inês.’ Lambeu tudo, bebeu-me. Depois, três dedos na cona, a coçar por dentro. ‘Prova o teu mel.’ Chupei os dedos babados de mim. Quatro dedos, o polegar no clitóris. De repente, a mão inteira dentro, dedos a tocar o colo do útero. Gozei de novo, incontrolável, nunca senti nada assim. ‘Agora sou eu.’ Despiu-se, o caralho grosso mesmo à frente da cara. Masturbei-o, levei à boca. Ele deitou-se 69, fodi-lhe a boca com o pau duro a esticar-me as bochechas. Dedos no meu cu, língua também.

‘Adoro o teu cu.’ Dois dedos agora. Pedi: ‘Toca-te aí também.’ Lambeu-lhe o cu pela primeira vez – nunca fiz ao João. Cheirava a macho, mas excitava-me. Enfiei um dedo, fodi-o devagar. Ele gozou na minha garganta, jatos quentes, espessos, salgados. Engoli, lambi o resto no rosto. Beijámo-nos, misturando esperma e mel. Levou-me à cama conjugal. A quatro patas, enfiou o caralho todo, batendo no fundo. Polegar no cu, fiz-me gozar duas vezes. Gozou na camisinha, deitou-me em cima.

Queria mais, mas eram horas – o João lia o email às 14h e voltava. Limpámo-nos às pressas, o anel no dedo contrastando com o cheiro dele na pele. Saí com ele para a garçonnière dele. O risco de ser apanhada… o coração a bater forte. Agora, de volta à rotina, faço o jantar, sorrio para o João. Mas por dentro, ardo. Esta dupla vida é viciante. O segredo guardado excita-me mais que tudo. Amanhã, conto mais. Imagina o que se passou depois…

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