Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e Safada na Quinta

Ontem de manhã, acordei na quinta da família, no Alentejo. O cheiro do café fresco invadiu o quarto. Eu, a Maria, casada com o João há 10 anos, advogada certinha em Lisboa. Mas aqui… aqui eu minto. Disse ao marido que vinha visitar a ‘amiga da infância’. Na verdade, é para encontrar a Ana, a dona da quinta ao lado. Forte, bronzeada, com aquele corpo de quem trabalha a terra. E o marido dela, o Zé, que me fode como ninguém. Coração a bater forte só de pensar. Olho para a aliança no dedo. Brilha. Culpa? Um bocadinho. Mas o tesão ganha sempre.

Desci as escadas, short curto colado às coxas, top justo. Ana já na cozinha, de vestido leve que marca os peitos firmes. ‘Bom dia, Maria! Dormiste bem?’ – pergunta ela, sorriso maroto. Sirvo-me de café, pão fresco na mesa. ‘Sim… sonhei contigo’, sussurro, voz tremendo. Ela ri baixo, aproxima-se. ‘O Zé está no curral. Vamos à quinta dele buscar vinho?’ Aceito. Caminhamos de mão dada, disfarçadas. O cão César ladra, cheira-me as pernas. Chegamos. Calor já aperta. Ana oferece vinho tinto da casa. Conversa banal, mas olhares… fogo.

O Início do Meu Segredo

Ela manda-me ao armazém buscar outra garrafa. ‘Toma tempo, amor’. Entro, mas espreito pela janela. Vejo-as… não, só nós duas primeiro? Não, o Zé aparece. Mas a tensão: Ana toca-me o braço, desce para o peito. ‘Este top… posso?’ Sinto o mamilo endurecer. Ela acaricia, eu gemo baixinho. ‘Ana… e se nos virem?’ Mas as mãos dela no meu cu, apertando. Eu toco nela, sinto os pelos pubianos por baixo do vestido. Natural, selvagem. Despiamo-nos rápido. Caímos no tapete, 69 frenético. A língua dela na minha cona molhada, chupando o clitóris. Eu devoro a dela, gosto salgado, pelos na boca. ‘Assim, safada!’, geme ela. Dedos no cu dela, ela no meu. Trememos juntas.

O Sexo Intenso e o Risco

O Zé entra. ‘Porra, que festim!’ Ri, despimo-lo. As duas ajoelhadas, chupamos a pila dele grossa, veias pulsando. Eu engulo fundo, garganta apertada. Ana mama os tomates, lambe. Ele geme: ‘Vão, putas!’ Eu monto nele primeiro, cona escorrendo na pila. Bomba para cima, peitos a saltar. Ana senta na cara dele, ele lambe o cu dela. Troco: Ana fode-se nele, eu sento na boca, cona no nariz dele. ‘Fode-me forte, Zé!’ Ele agarra as minhas nádegas, dedos no cu. Gozo gritando, jatos na cara dele. Ele explode na cona da Ana, porra a escorrer. Limpamos com a boca, beijamo-nos com o sêmen dele.

Voltamos à quinta minha, suados, roupa amarrotada. ‘Volto ao almoço, amor’, disse ao Zé e Ana. Caminho de volta, cona latejando, porra seca na coxa. Chego à piscina da casa. Nua, entro na água. Lembro tudo: aliança brilhando enquanto chupava pila alheia. Coração acelera. Toquei-me ali, dedos na cona, gozei sozinha pensando no risco. O marido liga: ‘Tudo bem, querida?’ ‘Sim, perfeita rotina’. Rio por dentro. Esta dupla vida… viciante. Culpa? Pouca. O frisson de ser pega? Isso excita mais. Amanhã volto a Lisboa, senhora respeitável. Mas já planeio a próxima escapadela. Quem sabe, levo a Ana à cidade…

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