Minha Confissão: A Traição Secreta à Beira da Piscina

Sou casada há dez anos, vivo em Lisboa, advogada num escritório chique. O meu marido é perfeito: estável, amoroso, pai dos nossos dois filhos. Uso aliança de ouro no dedo, saias justas no trabalho, sorrisos falsos nas festas de família. Mas por dentro… Meu Deus, por dentro eu queimo. Tudo começou na faculdade. Havia um rapaz, o Miguel, que se colava a mim nas aulas. Ombro no meu, dedos roçando a minha mão, o hálito quente no pescoço. ‘Não vejo o quadro’, dizia ele, mentindo. Eu ignorei, achava-o demasiado insistente. Agora, ele reapareceu no Facebook. Divorciado, casa no Algarve com piscina no jardim. ‘Vem almoçar com uma amiga tua’, convidou. Menti ao marido: ‘Saída com colegas de fac’. O coração batia forte no carro. E se ele descobrisse? Essa adrenalina… me deixa molhada.

Cheguei à casa dele ao meio-dia, sol a ferver. Ele na espreguiçadeira, só de calções, bronzeado. ‘Lembras-te?’, sorriu. Eu, de biquíni preto por baixo do vestido leve, aliança brilhando. ‘Passa-me protetor?’, pediu, de barriga para baixo. Hesitei. Toquei as coxas dele, quentes, firmes. A pele macia sob os meus dedos. Comecei devagar, das pernas aos tornozelos. Ele riu quando massagei os dedos dos pés. ‘Vai mais para cima’, murmurou. Meu pau… quer dizer, o dele endureceu nos calções. Ignorei? Não. As minhas mãos subiram às ancas, roçando o elástico. Ele desabotoou o top imaginário – não, era eu sem sutiã. ‘Vira-te’, sussurrei, voz rouca. Virei-me de barriga para cima, olhos semicerrados. Ele beijou meu pescoço, desceu aos seios. ‘Estes mamilos… sempre sonhei’, disse, chupando forte. Arqueei as costas, gemendo baixo. A aliança fria contra a pele quente dele.

A Vida Perfeita que Esconde Meu Segredo

Não aguentei. As mãos dele nas minhas coxas, abrindo-as. ‘Estás tão molhada’, rosnou, dedo no clitóris. Gemi alto: ‘Rápido, o meu marido acha que volto às 18h’. Ele baixou os calções, o caralho duro, grosso, latejante. Enfiei na boca primeiro, lambendo a cabeça, engolindo até à garganta. Salgado, pulsar. ‘Fode-me’, implorei. Ele entrou de uma vez, fundo no meu cu… não, na cona, molhada e aberta. Bombeava forte, rápido, a piscina balançando. ‘Mais, fode-me como uma puta’, gritei. Sentia o risco: vizinhos, o telemóvel a vibrar com mensagem do marido. O suor misturava-se, corpos colados. Gozei primeiro, contrações apertando-o, unhas nas costas dele. Ele veio dentro, jatos quentes enchendo-me, sem pensar em nada. ‘Perfeito’, ofegou.

Saí de lá a tremer, esperma a escorrer nas coxas, vesti o vestido às pressas. No carro, o coração ainda disparado. Cheguei a casa, beijei o marido, jantei como se nada. Mas de noite, na cama ao lado dele, toquei-me pensando no Miguel. A culpa? Pouca. O segredo é o meu vício. Amanhã, volto ao escritório, senhora respeitável. Mas já marco o próximo. Essa dupla vida… é o que me faz viva. Quero mais risco, mais porra, mais mentiras.

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