Sou a Ana, 45 anos, casada há 15 com o João, um homem estável, engenheiro. Vida perfeita em Lisboa: casa no Restelo, dois filhos na escola, eu gerente de RH num banco. Todo mundo acha que sou a senhora certinha, com aliança brilhando no dedo, almoços de família aos domingos. Mas… tenho um segredo. Adoro o risco, o proibido. O coração acelera só de pensar. As minhas amigas, a Maria e a Carla, insistem há anos: ‘Vem connosco à Tunísia, fora de época, baratinho, all inclusive’. Elas vão todo ano ao mesmo clube. Suspeitava que era mais que praia e sol. ‘Os massagistas… ai, Ana, vais ver’. Eu, com a rotina sexual morna com o João – sempre missionário, luzes apagadas – cedi. Menti pro marido: ‘Viagem de amigas pra relaxar’. Ele nem piscou.
Chegámos ao clube, praia linda, piscina top. Apartamento confortável pras três. Elas direto pro centro de bem-estar. ‘Vai experimentar, Ana, o Suleyman é um deus’. Eu, nervosa, coração batendo forte. Entro na sala, ele alto, moreno, uns 30 anos, sorriso safado. ‘Despir tudo, senhora’. Meu corpo? Bom, malho, mas 45 anos não perdoam. Cobri com toalha, aliança fria no dedo. Ele ri: ‘Relaxa, estás linda’. Deito de bruços, óleo quente escorrendo nas costas. Mãos fortes, lentas. Desce pros glúteos, dedos roçando o reguinho. Sinto um calor subir. ‘Gostas?’, sussurra. Viro, peito exposto, mamilos duros. Ele massageia, insiste nos seios, belisca devagar. ‘Estás molhada, Ana’. Meu Deus, sim. Aliança reluzindo enquanto ele fricciona minha boceta por cima. Coração explode. ‘Shh, as tuas amigas esperam lá fora’. Urgência total.
A Rotina Perfeita e o Desejo Secreto
Não aguento. Puxo a calça dele, caralho enorme, duro como pedra. ‘Oh, Suleyman, o que estou a fazer?’. Ele ri: ‘O que queres’. Chupo gulosa, saliva escorrendo, bolas cheias na boca. Gemo alto, eco na sala azulejada. Ele me vira, lubrificante frio na cona encharcada. Dedos dentro, dois, três, fodo a mão dele. ‘Mais, porra!’. Ele enfia o preservativo, me dobra na mesa. Entra todo, pau grosso rasgando. ‘Toma, puta casada’. Bate forte, coxas batendo nas minhas nádegas. Eu gozo primeiro, pernas tremendo, mordendo o braço pra não gritar. Ele vira, eu por cima, cavalgo louca, aliança roçando o peito dele. ‘Vais gozar na minha cara?’. Sim, saca, jatos quentes no rosto, na boca. Limpo com a língua, viciada. Cinco minutos? Pareceu horas. Roupa rápida, cheiro de sexo no ar.
Saio, pernas moles, amigas no restaurante: ‘Então, bom o Suleyman?’. Coro, minto: ‘Relaxante’. Maria pisca: ‘Sei, ele contou’. Rimos cúmplices. Ligo pro João à noite: ‘Tudo bem, amor? Saudade’. Ele: ‘Volta logo’. Se soubesse… Voltei a Lisboa, rotina de novo: beijos castos, relatórios no banco. Mas à noite, deito e revivo: o pau dele, o risco de porta abrir, aliança traindo. Gozo sozinha, culpada mas viciada. Dupla vida? Perfeita. Da próxima, volto. O segredo arde mais que o sexo.