A Minha Dupla Vida: A Foda Secreta que Quase Me Desmascara

Eu sou a Ana, casada há 10 anos com o Paulo, vivo em Lisboa, trabalho num escritório de contabilidade. Vida perfeita, né? Casa arrumadinha, jantares em família, aliança no dedo que brilha no sol. Mas por dentro… ai, por dentro eu queimo. Tudo começou há meses, num site discreto. O Henrique apareceu, alto, moreno, daqueles que te olham e já sabes. Falámos, trocámos fotos safadas. Ele sabe que sou casada, adora isso. ‘Vem, só uma rapidinha’, disse-me ontem no WhatsApp. Eu devia dizer não. Mas o coração disparou. Hoje, saí do trabalho mais cedo, mandei mensagem ao Paulo: ‘Reunião extra, chego tarde’. Mentira fácil. Encontrei o Henrique no parque de estacionamento do centro comercial, perto de casa. O risco… meu Deus, o risco me deixa louca. O carro dele, vidros escuros, mas e se alguém vê?

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Sentei no banco do passageiro, pernas a tremer. Ele sorriu, puxou-me para o colo. ‘Estás molhada já, safada?’ A mão dele subiu pela saia, roçou a renda da minha tanga. Eu gemi baixinho. A aliança no meu dedo esquerdo roçava a pele dele, contraste brutal. Coração aos saltos, suor frio na nuca. ‘Rápido, Henrique, o Paulo espera-me para o jantar.’ Ele riu, beijou-me o pescoço, mordendo leve. Tirei a blusa, sutiã preto empurrado para cima, mamas ao ar. Ele chupou os mamilos duros, sugando forte. ‘Que delícia de casada.’ A mão dele na minha cona, dedos a abrir, já encharcada. ‘Caralho, Ana, estás pronta pra mim.’ Baixei a cabeça, vi a pila dele dura, grossa, a pulsar. Desabotoei as calças dele, engoli o caralho até à garganta, saliva escorrendo. Ele gemeu, agarrou-me o cabelo. ‘Boa puta casada.’ Mas não podíamos demorar. ‘Vem, de quatro’, mandou, banco rebatido. Saia subida, tanga de lado, rabo ao alto. Ele cuspiu na mão, lubrificou a cona. A ponta da pila na entrada, empurrou devagar. ‘Aaaah… devagar!’ Mas ele não parou, enfiou tudo, bolas a bater. Fodia-me forte, mão na boca pra não gritar. Cada estocada batia no fundo, cona a apertar, sucos a escorrer pelas coxas. ‘Sentes isso, Ana? Melhor que o teu mariquinhas?’ ‘Sim… fode-me mais!’ O carro balançava, risco de polícia passar. Coração na boca, mas o prazer… ai, o prazer era tudo. Ele acelerou, pila inchada, eu gozei primeiro, corpo a tremer, cona a pulsar no caralho dele. ‘Porra, vou gozar!’ Ele saiu, gozou nas minhas costas, esperma quente a escorrer. Limpei com lenços, cheiro de sexo no ar.

A Rotina Falsa e o Desejo que Me Consome

Voltei a casa, pernas bambas, maquilhagem arranjada. Paulo beijou-me: ‘Tudo bem, amor?’ Sorri, ‘Sim, reunião cansativa.’ Jantámos, falei do trabalho, mas por dentro… o segredo ardia. A aliança brilhava inocente, cona ainda sensível, lembrança da pila dele. Senti-me culpada um segundo, mas logo excitada. Amanhã, quem sabe outro risco? Esta dupla vida… vicia. Quero mais, sempre mais.

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