A Minha Confissão: Dupla Vida com o Primo Jovem e Proibido

Sou a Ana, 47 anos, casada há 20 com o João, advogado respeitado em Lisboa. Vida perfeita: casa em Cascais, dois filhos na uni, rotina impecável. Mas… eu tenho uma dupla vida. Adoro o risco, o coração aos pulos, a adrenalina de trair sem ser apanhada. E há uns dias, isso explodiu de novo com o primo distante do meu marido, o Miguel, 19 anos, magro, olhos famintos. Ele veio ficar uns dias connosco enquanto os pais viajam. O João acha graça ao miúdo, mas eu? Eu sei o que ele pensa de mim. Sinto os olhares dele nas minhas pernas, nos meus seios cheios no robe da manhã.

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Ontem, o João saiu cedo para o tribunal. Eu vesti um robe de seda fino, sem nada por baixo – só para me sentir viva. O Miguel desceu para o pequeno-almoço, pyjama apertado, ereção matinal a marcar. ‘Bom dia, tia’, diz ele, voz rouca. Eu sorri, curvei-me para pegar no café, sentindo os seios balançarem livres, o tecido colado às nádegas. Ele corou, olhos fixos. Meu Deus, o anel no dedo brilha, mas a cona já molha. Toda a manhã, tensão: ajudo-o com o pc, roço o braço na perna dele, cheiro o seu suor jovem. ‘Queres ajuda no quarto?’, pergunto, voz baixa. Ele acena, coração disparado. Eu sei que é errado, mas o proibido queima.

O Segredo que Começou a Queimar

Subimos. Fecho a porta, mas ouço o relógio – o João volta ao almoço. Urgência total. Ele treme, eu puxo o robe, fico nua: seios pesados, mamilos duros, triângulo escuro de caralho. ‘Toca-me’, sussurro. Ele agarra os meus peitos, mama como louco, chupa forte. Eu gemo baixo: ‘Sim, assim, puto safado’. Ajoelho, calo a boca dele com a cona na cara – ele lambe desajeitado mas voraz, língua na entrada, no clitóris inchado. Molho-lhe a cara toda, cheiro a sexo no ar. Levanto-me, viro de costas: ‘Fode-me o cu, depressa’. Ele baba no caralho duro, 18 cm latejantes, empurra contra o meu buraco apertado. Entra devagar, dói gostoso, depois bombar rápido. Eu mordo o lábio, aliança fria no espelho, mão dele quente na minha. ‘Mais forte, enche-me de porra jovem!’, peço. Ele grunhe, fode como animal, bolas batendo nas minhas. Gozo primeiro, cona a contrair vazia, gritinho abafado. Ele explode no cu, jatos quentes, escorrem pela perna. 10 minutos, suados, ofegantes.

Limpo rápido com a toalha dele, visto o robe. ‘Ninguém sabe, ok? Volta para casa amanhã’. Ele acena, olhos vidrados. Desço, faço o almoço como se nada. O João chega, beija-me: ‘Estás corada, amor’. ‘Calor’, minto, sentindo a porra ainda dentro. Hoje, vida normal: escritório, reuniões, sorriso profissional. Mas no metro, mão na cona por baixo da saia, lembro o cheiro dele, o risco. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Esta dupla vida é o meu vício – casada de dia, puta secreta de noite. E se o João soubesse? O frisson mata-me… mas quero mais.

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