Ai, meu Deus, ainda sinto o coração aos pulos só de pensar nisso. Sou Gisela, portuguesa de 52 anos, casada há 25, mãe de dois, terapeuta ocupada em Lisboa. Vida perfeita por fora: casa impecável, marido estável, família unida. Mas por dentro… ufa, queima. Adoro o risco, o segredo que me faz a cona pulsar. Cada verão, vamos ao sul de França, casa dos meus sogros com piscina e jardim. Este ano, cheguei primeiro com o marido e as netas. Ele e o meu cunhado foram randonnée na montanha. Lá estava o meu sobrinho, o João, kiné de 35, casado, corpo atlético. Sempre flertámos em festas familiares, ele olha-me as tetas – D bem firmes, bronzeadas do sol.
Deitada no transat, captei o olhar dele na piscina. Coração disparou. Telefone toca: sogra atende. ‘Os teus pais estão atrasados por derrocada na estrada. Locatários chegam às 17h ao estúdio na costa, e preciso de compras no super.’ João oferece-se para ir. Eu, impulsiva: ‘Dá-me a lista, vou com ele.’ Sogro ri: ‘Boa, Gisela, senão esquece-se tudo.’ Vestime rápido: robe curto laranja, saltos altos, soutien dentelle preta a espreitar. Olho no espelho – caralho, que puta boa estou. Saímos. No carro, falamos do trabalho dele. ‘A tua mulher tem sorte, massagens em casa.’ Rio, provocadora: ‘Humm, imagino as zonas tensas… costas, nuque.’ Ele cora, mas vejo o volume nos calções. Telefone: locatários atrasados 1h30 por engarrafamento. Perfeito.
A Tensão Secreta na Casa da Piscina
Chegamos ao estúdio isolado. Ponho eletricidade, água. Eu abro baía para terraço, deito no transat ao sol. Ele aproxima-se por trás – sinto o olhar nas minhas tetas. ‘O que fazemos agora?’ Suspiro: ‘Mostra esses talentos de massagista.’ Começa no pescoço. ‘Hummm, que delícia!’ Mãos fortes descem ombros, braços. Paro-o: ‘Podes fazer melhor?’ Ele hesita: ‘Queres mesmo?’ ‘Carte blanche, miúdo.’ Mãos nas tetas por cima da robe. Amasso-as, mamilos duros. Viro-me, beijo voraz, línguas enroscadas. Aliança no dedo brilha enquanto agarro o pau dele duro como pedra. Coração bate forte – e se alguém chega?
O Gozo Explosivo e o Regresso à Rotina
Levanto-me, entro. Placo-me nele, mãos no cu dele: ‘Quero isso há anos.’ Ele empurra-me sofá, baixa cueca. Toison escura, cona molhada. Ajoelho, chupo o caralho grosso, engulo até à garganta. Ele geme: ‘Tia, que boca!’ Pausa, vira-me: pernas abertas, língua na cona encharcada. ‘Ahhh, chupa mais!’ Dedos no cu, lambe tudo. Imploro: ‘Fode-me!’ Ele ergue pernas, mete de rompante. ‘Caralho, que cona quente!’ Pistonada forte, fundo todo. ‘Mais, fode a tua tia puta!’ Saio, posiciona no cu. ‘Vai devagar…’ Glande entra, dilato. ‘Encula-me, vai!’ Meter fundo, ritmo louco. Sinto pau pulsar, gozo gritando, ele enche-me o cu de porra quente. Fica dentro: ‘Sente ainda.’ Limpamos rápido, risos nervosos.
Voltamos, dou chupada final no pau mole. ‘Queres mais?’ ‘Sempre, tia.’ Saímos antes locatários. Em casa, janto família, marido volta suado da montanha. Sorrio, cona lateja com porra a escorrer. Ninguém sabe. Adrenalina pura – vida dupla é o meu vício. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Próximo verão… quem sabe.