Sou a Ana, 35 anos, casada há dez com o Miguel, gerente de contas num banco em Lisboa. Vida perfeita: casa impecável nos subúrbios, dois filhos, jantares em família. Mas… ai, mas há ele. O João Pedro, o meu primeiro amor, aquele que me fodeu a alma aos 18. Voltámo-nos a cruzar há um ano, num café. Desde então, mensagens codificadas, encontros roubados. O coração acelera só de pensar. Hoje, domingo de verão, disse ao Miguel que ia passear com uma amiga. Mentira. Encontrei-o à beira-rio, no nosso spot de juventude.
Ele caminha à frente, calças justas, óculos novos que o deixam sexy. Vira-se: ‘Finalmente, Ana.’ O meu corpo reage. Pele arrepiada, coxas a formigar. Visto a saia curta branca que ele adora, blusa solta. A aliança no dedo pesa como culpa, mas excita-me mais. Caminhamos em silêncio, pés na areia quente, sol a filtrar pelas árvores. Sinto o olhar dele nas minhas curvas – ancas redondas, rabo firme. Paramos na fonte, depois no quiosque onde dançávamos outrora. Música flutua: valse antiga. Há gente por perto – casal na relva, crianças nas escadas. Risco puro. ‘Danças para mim?’, sussurra ele, voz rouca.
O Segredo que Me Consome
Começo devagar, rodopiando. 1-2-3, saia a subir, roçando a pele. Ele sorri, olhos famintos. Desabotoo o primeiro botão da blusa. ‘Estás louca?’, ri baixo, mas não para. Viro-me mais rápido, saia voa, cueca branca à vista. Aperto as pernas, cona já molhada a pulsar. Ele bate palmas, disfarçando. Abro mais um botão, peito arfa, mamilos duros contra o sutiã rendado. Inspiro fundo, o terceiro salta. Ofereço a garganta, pele quente. Ele estende a mão: ‘Vem cá.’ Puxa-me para trás do quiosque, semi-escondido por arbustos. Coração aos saltos. ‘Rápido, amor, o meu marido espera.’
O Êxtase Rápido e o Regresso
As mãos dele nos últimos botões. Blusa cai. Pego-a, mostro-lhe a cueca ao inclinar-me. Vento fresco nas pernas suadas. Esfregam-se uma na outra, tremendo. Ele baixa-me a cueca devagar, até aos pés. Guardo-a no sutiã. ‘Quero-te agora’, rosna. Levanta-me a saia, expondo o rabo nu. Sinto os dedos na cona encharcada, escorregadios. ‘Estás ensopada, safada.’ Gemo baixo: ‘Fode-me, João, fode-me forte.’ Ele abre a braguilha, pica dura, grossa, latejante. Entra em mim de uma vez, fundo, preenchendo tudo. Urgência louca – empurrões rápidos, mão na boca para não gritar. Sinto cada veia, o saco a bater no cu. ‘Mais, caralho, mais!’, sussurro. Ele agarra o rabo, alterna: dedão no cu enquanto me come a cona. Aliança fria contra o peito dele quente. Gozo primeiro, cona a apertar, pernas a tremer, sumo a escorrer coxa abaixo. Ele explode logo após: ‘Toma, puta casada!’ Jatos quentes dentro, rebentando.
Ajoelho-me rápido, chupo os restos, limpo-o com a língua gulosa. Ele geme: ‘Perfeita.’ Vestimo-nos à pressa – saia torta, blusa amarrotada, cueca no sutiã molhado. Beijo final, sabor a nós. ‘Até breve, minha Jeanne.’ Afasto-me chaloupando, rabo a rebolar, ele a olhar. Volto a casa, cheiro a sexo disfarçado com perfume. Miguel: ‘Passeio bom?’ Sorrio: ‘Maravilhoso.’ No duche, toco-me outra vez, recordando. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, escritório certinho. Mas o segredo queima, promete mais. Adoro esta duplicidade – senhora de dia, vadia à noite. Quem diria?