Eu sou a Ana, casada há 15 anos, mãe de dois, gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita, né? Marido amoroso, casa impecável, aliança brilhando no dedo. Mas por dentro… ai, por dentro queima. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Ontem, na festa do produtor de vinho no Douro, tudo explodiu.
Após o jantar pesado, o vinho tinto me deixou lenta, quente. O João, o trabalhador da vinha, magro e safado, e o Rui, casado com uma fresca, me olham o dia todo. ‘Vem ver a adega velha, tem um vinho especial’, sussurra o Rui no meu ouvido. Olho pro meu marido, lá fora na mesa. Ele pisca, sabe. Meu coração bate forte, bum-bum. ‘Tá bem’, digo, voz tremendo um pouco. Saio com eles, aliança fria contra a palma suada. A festa continua, ninguém nota. Mas e se notarem?
O Convite que Mudou Tudo
A adega é escura, cheiro de madeira úmida e álcool forte. Barricas enormes, poeira. Eles abrem uma garrafa velha. ‘Prova’, diz o João, enchendo meu copo. Bebo, forte pra caralho, desce queimando. Fico tonta, rindo. Eles se aproximam, eu entre os dois e uma barrica gigante. Mão do Rui na minha cintura, sob a blusa. ‘Gostas?’, pergunta. Eu aceno, olhos no escuro – sei que o marido tá ali, escondido. Adrenalina fode meu juízo. Deixo a mão dele descer pra bunda, apertar. João do outro lado, beija meu pescoço. Meu cu se contrai, cona já molhada.
Não aguento. Tiro a blusa, sutiã pra cima, tetas pra fora. ‘Porra, que delícia’, geme o Rui. Ele abre minha saia, calça pra baixo com a calcinha. Meus pelos loiros à mostra, cona inchada. Dedos dele na fenda, molhado escorrendo. ‘Tá pingando, safada’, ri. João enfia dedo no cu, devagar. Gemo baixo, pernas tremendo. Olho pro esconderijo do marido – ele vê tudo. Viro contra a barrica, rabo pra trás, pernas abertas. Rui abre calça, caralho grosso, veias pulsando. Esfrega na minha raba, acha a entrada. ‘Vai, fode-me’, sussurro, culpada mas louca de tesão. Ele empurra forte, entra todo, rasgando. ‘Ahhh, caralho!’, grito baixo. Bate fundo, mãos no quadril, pau me arrombando. Tetê direito na boca do João, ele mama forte, morde o bico.
O Gozo Proibido Contra o Barril
Rápido, urgente – a festa tá perto. Rui goza primeiro, jatos quentes enchendo minha cona. ‘Toma, puta casada’. Sai pingando. João não espera, vira-me um pouco, enfia o dele, mais curto mas cabeçudo. ‘Que cu apertado’, diz, mas fode a cona mesmo. Eu empurro pra trás, sentindo o esperma do outro lubrificar. ‘Mais forte!’, peço. Ele agarra minha teta, limpa o barril na pele, dor boa. Gozo rasgando, cona apertando o pau dele. ‘Porra, tô gozando!’, berro, corpo tremendo. Ele explode dentro, mais porra misturada, escorrendo coxa.
Visto rápido, calcinha grudada na porra. ‘Eu saio primeiro’, digo, voz rouca. Encontro o marido fora. ‘Viste?’, pergunto, corada. ‘Vi, e adorei’, ele diz, pau duro na calça. Volta pra festa, sorrindo pros dois. Eles piscam, acham que sou vadia deles. Mas o segredo é nosso. À noite, em casa, marido me fode cheirando a vinho e porra alheia. Aliança no peito dele, cona cheia ainda. Meu Deus, essa dupla vida… me vicia. Quero mais risco, mais segredo. Quem sabe na próxima festa?