Sou casada há 15 anos, mãe de dois, advogada respeitada no escritório. Vida perfeita, não? Mas por dentro… ai, por dentro queimo. O meu marido é carinhoso, o sexo connosco é bom, mas rotineiro. Não apaga esta fome. Há meses, comecei com o Ricardo, o meu amante. Ele viajou duas semanas e eu… esperei como uma louca. Lembro-me do dia: cheguei a casa do trabalho, olhei para a aliança no dedo, brilhante, e o coração acelerou. ‘Vou traí-lo outra vez’, pensei, culpada mas já molhada. Vista simples – blusa branca, saia longa – mas por baixo, lingerie vermelha, sutiã que empina os seios, fio dental que roça a cona. SMS dele: ‘Vem já, tenho surpresa’. Saí a correr, dizendo ao marido que ia ao ginásio. Mentira fácil, mas o risco… Deus, o risco deixa-me tonta de excitação.
Cheguei ao apartamento dele, bati à porta. Ele abriu, sorriso safado, olhos a devorar-me. ‘Entra, minha puta’, murmurou, mão direta nas minhas nádegas, apertando forte por cima da saia. Beijou-me voraz, língua na boca, a outra mão já dentro da blusa, beliscando o mamilo. Empurrou-me contra a mesa da cozinha. ‘As tuas tetas e o cu faltaram-me’, disse, erguendo a saia. Blusa aberta, sutiã puxado para baixo, seios à mostra. Chupou um mamilo com fome, sugando como se quisesse leite. Dedos na cona: ‘Estás encharcada, safada! Vim para apanhar pica, confessa!’. ‘Sim… fode-me forte’, gemi. ‘Duas semanas com as bolas cheias. Vais ser a minha cadela obediente’. Tirei o fio dental, abri as pernas na mesa. Dois dedos entraram na cona, fodendo sem piedade, o polegar no clitóris. Gritei. ‘Abre mais, puta de casada’. Terceiro dedo, girando, dilatando. De repente, um no cu – ‘Oh caralho, sim!’. Dedos nos dois buracos, ritmo brutal. Gozei tremendo, cona a pulsar.
O Segredo que Me Consome
Ele despiu-me toda, ajoelhei nua. Pica fora, dura, veiuda. Cheiro a macho, lembrei as foda passadas. Chupei gulosa, língua no caralho, engoli até à garganta. ‘Boa boca de puta! Engole tudo!’. Fodi a boca dele, baba escorrendo. Dez minutos: ‘Vou gozar! Não cuspas!’. Jatos quentes na garganta, engoli tudo, tossindo mas excitada. ‘Boa cadela’. Levou-me à cama com um estalo na bunda. ‘A quatro patas, abre o cu’. Entreguei-lhe o pacote: um dildo idêntico à pica dele. ‘Para pensares em mim’. Lubrificou, meteu no cu devagar. ‘Grande… dói mas quero!’. Todo dentro, fodi-me com vaivéns. ‘Grita, puta!’. Gritei. Ele atrás, pica nua na cona – sem condão! ‘Dupla penetração, minha chienne’. Encheu-me toda, os dois paus a roçar um no outro através da parede fina. Fodia bestial, mãos nas ancas. ‘O teu marido não te fode assim!’. ‘Não… és o melhor’. Pilonou cona e cu, eu uivava ‘Aiii, caralho, fode!’. Gozei como nunca, corpo a convulsionar. Ele explodiu dentro, esperma quente a inundar. Tirei o dildo, ele puxou-me pelos cabelos: ‘Limpa a pica, puta’. Chupei o mix de porra e mel.
Deitei ao lado dele, ofegante. ‘Gostaste, Ana?’. ‘Impensável… viciante’. Ele afagou-me a barriga. Levantei-me a custo, vesti-me rápido. Olhei o relógio – tinha de voltar antes do jantar. Aliança no dedo, contrastando com o esperma ainda a escorrer na coxa. Saí, pernas bambas, coração disparado. Cheguei a casa, beijei o marido, jantei como se nada. Mas por dentro… o segredo arde. Sou a esposa perfeita e a puta do Ricardo. Esta dupla vida? Mata-me de culpa, mas excita-me mais. Mal posso esperar pela próxima.