Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida e o Foda Selvagem com o Vendedor Jovem

Todo o dia andei zonza, com uma bola de calor no ventre só de me lembrar da manhã. Aquele miúdo da loja… como é que ele me acordou assim? Mas depois, com o meu marido ao lado nas férias, o bom senso voltou. ‘Estás louca, Sofia? Ele ia achar estranho se eu voltasse àquela loja de roupa.’ Reforcei as defesas, mas o desejo roía-me por dentro. Adormeci na espreguiçadeira do jardim do hotel, até que o meu marido me acordou, com cara de culpado.

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— Desculpa, amor, tenho de ir à cidade por um negócio. Volto para o jantar.

A Tensão Entre a Vida Perfeita e o Desejo Proibido

O coração disparou-me. Duas horas livres. Sozinha. A oportunidade destruiu todas as minhas resoluções. Ele pensou que eu estava triste por ele sair, mas eu já calculava o tempo. ‘É culpa dele, afinal’, pensei, justificando o meu fogo. Assim que ele saiu, levantei-me como um autómato. Os passos levaram-me à loja. Na porta, hesitei. Eu, a mulher respeitável, casada, profissional… a entregar-me a um puto mais novo? Sabia que sem o marido, isto ia longe.

Ele viu-me pela montra. Sorriu, saiu e pegou-me no braço nu. Arrepiei-me toda.

— Olá de novo, entre, tenho novidades que lhe vão gostar.

— Eu… não tenho muito tempo — balbuciei, mas entrei, o peito a ofegar.

No fundo da loja vazia, ele abraçou-me de repente. ‘Não, para…’, mas a boca dele tapou a minha. As mãos: uma a amassar-me as nádegas por baixo da saia, direta na pele da tanga fina; a outra no decote, contra o sutiã de renda. Em segundos, saia arregaçada, peitos meio de fora, o corpo em chamas. ‘Fechaste a porta?’, sussurrei rouca, empurrando-o. Ele correu a trancar. Voltei a mim: queria ao meu ritmo.

— Calma, temos tempo — disse, sorrindo maliciosa. Fiz-lhe sentar no sofá. Desabotoei a túnica azul, revelando o sutiã azul pastel, os peitos fartos no balcão. A saia caiu, mostrando a tanga moldando a cona inchada pela pelinha loira. Balancei as ancas, nua. Ele babava.

O Sexo Intenso na Loja e o Segredo que Me Excita

— Toca-te.

Ele sacou a pica dura e punhetou. Nunca vira um homem a fazer isso por mim. Audaz, tirei o sutiã, a tanga. Peitos livres, orgulhosos, mamilos duros nas auréolas rosadas. Desci a mão à cona, sentei-me na poltrona em frente, pernas abertas. Dedos no clitóris rosado, abrindo os lábios, enfiando um dedo no buraco molhado. Gemi, ondulando. Ele gemia alto.

Ajoelhei-me: ‘Deixa-me…’. Chupei o caralho, língua na glande, nos tomates. Engoli até meio, pompei devagar. Soltei, esfreguei os peitos na pica, branquei no rego. Ele gozou, jatos quentes no pescoço e peitos. ‘Desculpa…’, disse envergonhado. Frustrada mas excitada, levantei-me. Ele puxou-me, cara na cona. Língua no clitóris, dedos nas nádegas, no cu. Gozei de pé, gritando, cyprina na boca dele.

Beijámo-nos, provando o meu gosto. A pica endureceu contra a barriga. Frotámo-nos. Ele sentou-me no sofá, guiei-o: glande na cona ensopada. Entrou fundo, fodi devagar, depois rápido. Levantei pernas, pilonou-me até gozar de novo, cambrada.

Virei-me, rabo ao alto. Ele admirou, entrou sem guiar, fodendo forte. Eu movia-me, empalando-me, clitóris roçado. Gozámos juntos, esperma a encher-me.

Desenrolei-me, vesti-me. Toquei-lhe na pica mole: ‘Obrigada, foi perfeito’. Saí, ele nu, atónito. Voltei ao hotel, dushei o cheiro de sexo. O marido chegou, jantámos normal. Mas sinto a aliança no dedo, o risco… e já quero mais. Esta dupla vida arde-me por dentro.

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