Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de banco em Lisboa. De fora, sou a mulher perfeita: casa impecável nos subúrbios, dois filhos na escola, blazer e salto alto no escritório. Ninguém imagina que, três vezes por semana, o meu coração acelera com um segredo que me deixa encharcada. O Rui… ele tem 62 anos, cabelo branco, olhos que me despem. Encontrámo-nos há meses, por acaso num parque perto da zona comercial. Ele sabe quem sou, mas eu finjo ser solteira. Hoje… ai, hoje foi de loucos. Saí do trabalho mais cedo, disse ao João que tinha reunião. Menti. O telemóvel vibrou: ‘Estou no nosso sítio. Vem depressa.’ O meu pulso disparou. Olhei para a aliança no dedo, brilhante contra o volante. ‘Só mais uma vez’, pensei, culpada, mas a cona já latejava.
Cheguei ao parque, terça-feira à tarde, vazio como sempre. Estacionei longe, coração aos saltos. Ele esperava debaixo das árvores, camisa preta, sorriso maroto. ‘Estás linda, Ana. Esse top transparente… os teus peitos pedem para ser vistos.’ Corri para ele, pés descalços na relva fresca. Tirei o casaco, deitei-me no meu lenço estendido. Ele agachou-se, mão no meu peito. ‘Sabes o risco? O teu marido espera-te para o jantar.’ Mordi o lábio. ‘Não penses nisso. Toca-me.’ Os dedos dele pinçavam os mamilos através do tecido fino, duros como pedras. Passei a mão pela braguilha dele, sentindo o caralho endurecer. ‘Estás sem cuecas debaixo da saia, safada?’ Ri, nervosa. ‘Sim… para ti.’ Abri as pernas, o ar fresco na cona molhada. Ele olhou à volta – uns passeantes distantes, mas o risco… Deus, excitava-me tanto.
A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome
De repente, ele mergulhou a mão entre as minhas coxas. ‘Estás ensopada, puta casada.’ Gemi baixo, unhas na relva. Os dedos dele roçavam o clitóris inchado, circulares, rápidos. ‘Olha para a tua aliança enquanto te como.’ Olhei: ouro reluzente, sujo pelo sumo da minha excitação. O coração martelava, suor a escorrer. ‘Mais fundo, Rui… fode-me com os dedos.’ Ele enfiou dois, curvados no ponto G, bombeando urgente. ‘Imagina se o João visse isto.’ Gozei ali, corpo convulso, bocas abafando o grito. ‘Caralho… sim!’ Ele lambeu os dedos, safado. ‘Agora a minha vez.’ Desabotoou-se, o caralho grosso, veias saltadas, saiu. ‘Chupa-me, depressa, antes que venham.’ Ajoelhei-me na relva húmida, cona ainda a pulsar. Engoli-o inteiro, garganta apertada, saliva escorrendo. Ele fodia-me a boca, mãos no cabelo. ‘Boa puta… engole tudo.’ Gozou em jatos quentes, bebi cada gota, língua limpando a cabeça latejante. Tempo? Cinco minutos. Urgência pura.
Levantei-me, pernas trémulas, vesti-me rápido. ‘Amanhã, mesmo sítio?’ Ele piscou. ‘Se quiseres arriscar.’ Beijei-o, sabor a nós os dois. Voltei à carrinha, espelho: rosto corado, top amarrotado, mas ninguém nota. Liguei ao João: ‘Chego em 20, amor. Trânsito.’ Ele riu, inocente. Jantei com a família, risos à mesa, mas por dentro… o segredo queimava. A aliança no dedo, o esperma ainda no estômago. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Esta dupla vida é o meu vício. O risco de ser apanhada? Faz-me querer mais. Amanhã, volto. Não resisto.