Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Insaciável no Bosque

Eu sou a Lúcia, 28 anos, bióloga com minha empresa de micorrizas, serres enormes do outro lado da estrada. Casada há três anos com o Mateus, o meu menuisier perfeito. Ele tem 35, atelier no bosque que ele mesmo comprou, casa de madeira quentinha, vida estável. Todo mundo inveja: independentes, felizes, sem filhos ainda. Mas… ai, o segredo. Há cinco anos, quando veio o troc com o João, o agricultor vizinho. Ele trocou terra pelo caminho no bosque do Mateus. Eu vi os árvores em bonsai, e algo clicou. Começou inocente, mas virou isso: eu o fodo escondido, sempre antes de voltar pra casa. O coração bate forte, a aliança no dedo brilha enquanto a mão dele me apalpa. Adoro o risco. Hoje mesmo… saí da serre mais cedo, disse pro Mateus que ia à cidade comprar lingerie. Mentira. Fui pro celeiro do João.

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Cheguei de carro, olhei pros lados. Ninguém. Ele já esperava, suado do trabalho, camisa aberta no peito peludo. ‘Lúcia, sua puta casada’, murmurou, puxando-me pra dentro. O cheiro de feno, terra, suor dele. Meu coração martelava. ‘Rápido, o Mateus espera’, eu disse, voz tremendo de tesão. Ele riu, mãos grossas rasgando minha saia. ‘Mostra essa cona pro teu amante.’ Tirei a calcinha, já encharcada. Ele me encostou na parede de madeira áspera, joelhos no chão, língua no meu clitóris. ‘Caralho, que molhada tu tá.’ Gemi alto, mão no cabelo dele, empurrando mais fundo. O risco… e se o Mateus passasse? Mas isso me deixava mais louca. Ele chupava voraz, dedos enfiados na minha buceta, fodendo ritmado. Gozei rápido, gritando baixo, pernas tremendo.

O Segredo que Me Deixa Molhada de Excitação

Levantei, olhos nos dele. ‘Agora me fode.’ Ele se ergueu, pau duro saindo da calça, grosso, veias pulsando. Eu me virei, mãos na parede, bunda empinada. Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e na cona. ‘Vai devagar no começo’, pedi, mas mentira. Queria brutal. Entrou de supetão, preenchendo tudo. ‘Puta, tão apertada pro teu marido saber.’ Bombava forte, mãos nos meus quadris, pau batendo fundo. Sentia cada centímetro, o saco dele batendo na minha pele. ‘Mais rápido, João, me enche de porra.’ Ele acelerou, grunhindo, uma mão no meu pescoço, outra beliscando o clitóris. Gozei de novo, cona contraindo no pau dele, molhando tudo. Ele não aguentou, gozou dentro, jatos quentes me inundando. ‘Toma, pra levar pro teu menuisier.’ Saí pingando, calcinha de volta, saia arrumada. Correndo pro carro.

Voltei pra casa, pernas moles, cheiro de sexo no ar. Mateus atravessou o pátio, limpo da ducha, sorrindo. Entrei, vesti a lingerie nova – sim, comprei de verdade na ida, pra disfarçar. Ele me viu nua, só a renda preta e vermelha. ‘Que bela, amor!’ Caímos no sofá, ele me comeu devagar, carinhoso, chupando meus peitos firmes, dedo na cona ainda escorrendo porra do João. Gozei pensando no segredo, no contraste: aliança brilhando enquanto ele me penetrava. Ele não sabe. Eu amo o Mateus, mas essa dupla vida… o frisson de quase ser pega, a culpa misturada com tesão puro. Amanhã, repito. Não resisto.

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