Minha Dupla Vida: A Foda Secreta com o Amigo do Meu Marido em Casa

Eu sou a Maria, 38 anos, casada há oito com o Pedro, advogado como eu. Vida perfeita: casa em Lisboa, jantares românticos, aliança no dedo que brilha no escritório. Mas… tenho uma dupla vida. Adoro o Carlos, amigo antigo do Pedro, alto, grisalho, olhos cinzentos que me devoram. É o risco que me excita, o medo de ser apanhada. Coração aos pulos, cona molhada só de pensar.

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Hoje, o Pedro ligou: ‘Amore, atraso no trabalho, apéritif com clientes. Chego mais tarde.’ Perfeito. Mandei mensagem ao Carlos: ‘Vem cá, café rápido antes de ele chegar.’ Vesti um vestido leve de verão, botões à frente, sem sutiã, peitos livres, pernas à mostra. Ele chegou, sorriso cúmplice. Abraço apertado, cheiro do seu perfume misturado ao meu. ‘Estás linda, Maria’, disse ele, mão na minha cintura.

O Segredo que Começa a Arder

Sentámo-nos na varanda, copos de vinho tinto. Falámos de tudo, mas os olhares… os dele nos meus seios, que saltavam com cada riso. Senti o rubor nas bochechas, o vinho a aquecer. ‘Sabes que o Pedro confia em mim’, riu ele. Eu hesitei: ‘Sim, mas… e se ele chega?’ O silêncio pesou, música suave ao fundo. Levantei-me para café, ao verter, o vestido abriu, peitos nus à vista. Ele engoliu em seco. Voltei, sentei perto, perna roçando a dele.

A tensão explodiu. ‘Quero-te agora’, murmurou ele, mão na minha coxa. Meu coração batia forte, vi a aliança reluzir enquanto a mão dele subia. ‘Rápido, Carlos, ele pode aparecer.’ Beijámo-nos famintos, línguas quentes, mãos por todo lado. Desabotoou o vestido, chupou os mamilos duros, mordiscando. Eu gemi baixo, cona latejando. ‘Estás ensopada’, disse, dedo dentro de mim, fodendo devagar. Arqueei as costas, ‘Mais, caralho.’

A Foda Rápida e o Risco Máximo

No sofá, urgência total. Baixei-lhe as calças, caralho grosso, veias saltadas, duro como pedra. Chupei gulosa, saliva escorrendo, bolas na mão. Ele gemeu: ‘Que boca, puta casada.’ Virou-me de quatro, vestido arriado nas ancas. Aliança fria no braço enquanto me agachava. ‘Mete, fode-me forte.’ Ele cuspiu na cona, entrou de rompante, pau enorme a dilatar-me. ‘Que cona apertada, Maria.’ Bombava rápido, mãos nas minhas nádegas, palmadas que ardiam. Eu mordia o lábio, ‘Mais fundo, enche-me.’ Sentia-o pulsar, bolas batendo no cu.

O risco… olhava a porta, imaginava o Pedro a entrar. Isso excitava mais. ‘Goza dentro, Carlos, rápido.’ Ele acelerou, ‘Vou jorrar, caralho.’ Eu vim primeiro, cona a apertar, pernas a tremer, grito abafado. Ele explodiu, porra quente a inundar-me, jatos grossos no ventre. Ficámos colados, suados, cheiro de sexo no ar. ‘Incrível’, sussurrou ele, saindo devagar, porra escorrendo pela perna.

Arrumámos tudo em pânico. Ele foi embora pelo quintal. Minutos depois, Pedro chegou. ‘Estás corada, amor, vinho?’ Abracei-o, cona ainda latejante, porra dentro de mim. ‘Só saudades tuas.’ De noite, fodi o Pedro com fúria extra, pensando no segredo. Culpa? Pouca. O tesão do proibido é viciante. Amanhã, mais uma? Meu coração já acelera.

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