A Minha Dupla Vida: O Sexo Proibido com o Novo Chefe no Escritório

Sou a Maria, assistente executiva há anos. Casada com o João, vida organizada: casa impecável, jantares em família, yoga às sextas. No trabalho, sou a profissional fria, chignon apertado, saia pelo joelho. Ninguém suspeita. Mas ontem… Meu Deus, ontem foi diferente. O novo diretor, o rapaz que herdou o cargo do tio, chegou há pouco. Novo, inexperiente, mas com um olhar que me desarma. Sábado de manhã, fui ao escritório para adiantar dossiers. Ele lá estava, de jeans e t-shirt, na fotocopiadora. O coração acelerou. ‘Bom dia, senhor.’ Ele virou-se, surpreso. Conversámos. Eu sem maquilhagem, ele notou as minhas rugas, sorriu. Aquilo aqueceu-me por dentro.

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Ajudei-o com os relatórios do cliente Descamps. Sentei-me ao lado, expliquei os números, os impactos. Ele riu, disse que eu devia ser a diretora. Corei. Os nossos olhares cruzaram-se. Senti a aliança no dedo, pesada, a lembrar o João a dormir em casa. Mas o desejo subiu. Ele olhou para as minhas nádegas quando me inclinei. Apanhei-o. ‘Desculpe…’, murmurou, vermelho. ‘Só um homem, não é?’ ironizei. A tensão era palpável. O escritório vazio, sábado, risco de alguém entrar. Eu… eu não resisti. ‘Enquanto não encontra alguém, posso aliviar-te. Com a mão?’ As palavras saíram sozinhas. Ele hesitou, mas baixou as calças. O pau dele, duro, latejante. Peguei-lhe, macio na palma. Ele gemeu.

A Rotina Impecável e a Tensão que Me Devora

Levantei a saia, mostrei as cuecas, abri o chemise para ele ver os seios. Branquei-o devagar, olhando os olhos dele. Ele gozou forte, jatos na mão, na cara dele. Ri, excitada. Mas queria mais. Ele despiu-me: soutienne, cuecas, só as meias. Deitei-me na secretária, pernas abertas. A aliança brilhava enquanto ele lambia a minha cona. A língua no clitóris, rápida, dura. ‘Caralho, continua!’ Gritei. As coxas apertaram-lhe a cabeça, o sumo escorria. Gozei tremendo, o corpo em espasmos, gritando baixo para não ecoar.

A Foda Intensa no Sábado e o Regresso ao Meu Mundo

Ele ainda duro. ‘Agora na minha boca, sem capote.’ Ajoelhei-me, engoli o caralho todo, garganta profunda, dentes no glande, língua no freio. Ele contou o porno da noite anterior: eu de quatro na secretária, ele a foder-me forte. ‘Gozaste onde?’ ‘No ventre.’ Ri e chupei mais forte, mão no mamilo dele. Ele avisou, gozou na boca, engoli tudo, lambendo o resto. Beijámo-nos, corpos nus colados, suor misturado. Rápido, urgente, porta fechada mas risco ali.

Vesti-me depressa, arranjei o chignon. Ele agradeceu, olhos brilhantes. Saí primeiro, coração aos pulos. No carro, para casa, o João mandou mensagem: ‘Almoço pronto?’ Sorri, menti: ‘Volto já, atrasada no trabalho.’ Em casa, beijei-o, com o gosto dele na boca. Duche rápida, mas o segredo arde. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã no escritório, máscaras postas, mas sei: ele quer mais, eu também. Esta dupla vida… vicia-me. O risco de ser apanhada, o contraste da aliança e a cona molhada. Não paro.

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