Minha Dupla Vida em Nice: O Caso Proibido com o Guarda-Costas e a Corredora

Sou a Inês, 37 anos, portuguesa de Lisboa, casada há 12 anos com o Miguel, um engenheiro estável. Vida impecável: casa em Alfama, dois filhos, carreira como gerente de eventos musicais. Mas ninguém sabe da minha outra face. Viajo muito, e em Nice, para um concerto no Nikaia, tudo explodiu. O João, meu guarda-costas, alto, musculado, ex-militar, é meu amante secreto há meses. Cada olhar dele me acelera o coração. Olho para a aliança no dedo, brilhando ao sol provençal, e sinto culpa misturada com tesão.

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Chegámos ao Nikaia de Mercedes blindada. Eu saio, ele bloqueia a porta como sempre, varrendo o perímetro. ‘Obrigada, Capitão’, digo com um sorriso cúmplice. Subimos as escadas, entro na loge: sofá cor de vinho, flores, espelho enorme. ‘Pequena, mas perfeita para privacidade’, digo ao diretor suado. O João acena: ‘Segura, só uma porta’. Meu telemóvel vibra: mensagem do Miguel, ‘Aproveita Nice, volto amanhã para casa’. Coração bate forte. Como explicar o fogo que sinto?

A Rotina Perfeita e o Desejo Escondido

Na cena aberta para o estádio, vejo corredores. Uma rapariga negra, 21 anos, magra, cabelo em rabo-de-cavalo, para e grita: ‘É a Inês? Autógrafo?’. Chamo-a Marie. Fanática, atlética, sorriso que ilumina. ‘Vens correr connosco esta noite? Às 21h, secreto’. Ela salta excitada. No Decathlon, compro short justo, top. Sem cuecas, claro. O João mata: ‘Ficas sexy, Inês’. Na provador, ele espreita, eu abro: ‘Gostas do meu cu assim?’. Ele engole em seco.

No hotel, após jantar, ele entra no meu quarto. ‘Mostra-me o efeito’, sussurro. Beijo-o, sinto a pica dele endurecer contra mim. Desabotoo-o, ajoelho, chupo gulosa, saliva escorrendo. Ele geme: ‘Inês, a tua boca…’. Viro-me, apoio no colchão, short aos tornozelos. ‘Fode-me já, antes que chegue alguém’. Ele entra fundo na minha cona molhada, pancada rápida, mãos nas minhas tetas. Sinto a aliança fria contra a pele quente dele. ‘Mais forte!’, gemo. Ele acelera, claque-claque das virilhas. Gozo primeiro, tremendo, ele puxa e goza nas minhas nádegas, esperma quente escorrendo.

O Êxtase Rápido e o Risco de Ser Apanhada

À noite, no estádio, aquecemos com Marie. Dez voltas, suor a colar o short. Paro, mãos nos joelhos: ‘Capitão, se me visses assim…’. Ele ri nervoso. ‘Marie, queres duche na minha suite? Nós os três’. Ela hesita: ‘Com vocês?’. Beijo-a suave, ela cede. No hotel, duche a vapor: eu e ela savonamo-nos, beijos molhados. O João entra, savoa o cu firme dela, dedo na cona depilada. ‘Que pele macia’, murmura. Masturbo-os, picas e conas. No quarto, eu lambo a cona dela enquanto ele me fode por trás. Marie geme: ‘Inês, que língua!’. Ele alterna: fode-a de quatro, eu abaixo-me para lamber os colhões. Risco alto – paparazzi na janela! Fecho cortinas, coração disparado. Ele goza na cona dela, eu na cara dela.

Diane, minha assistente, entra depois. ‘Queres ver?’, digo a Marie. Diane a quatro patas, collant baixo, cu exposto. João fode-a selvagem, eu e Marie masturbamo-nos vendo. ‘Olha o macho dela’, digo. Gozamos juntas. Marie vai embora, eu deito sozinha. Amanhã, concerto, depois volto a Lisboa, esposa perfeita. Lavo o esperma, mas o segredo pulsa. Cada olhar ao Miguel será um frisson. Amo esta duplicidade: culpa e gozo eterno.

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