Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, um tipo certinho, engenheiro. Vida perfeita em Lisboa: casa em Alfama, dois filhos na escola, eu advogada num escritório chique. Ninguém imagina. Mas à noite, quando viajo por trabalho ou eventos, entrego-me ao proibido. Sou escort ocasional para VIPs, graças ao Patrick, gerente de um hotel de luxo onde fico. Adoro o risco, o coração aos pulos, a aliança no dedo enquanto uma mão estranha me apalpa.
Esta semana, missão no Consulado de França. Recepção diplomática, smoking e vestidos vaporosos. Eu lá, de rosa e preto, quase transparente no peito, com o meu ‘cliente’, um tipo alto de 50 anos, grisalho, attaché cultural. Ele paga bem, mas eu penso noutra coisa. No João-Pedro, o consultor francês que conheci no hotel. Jantámos olhos nos olhos, caí de amores, mas recusei-o. ‘Tenho vida privada’, disse-lhe. Verdade: marido em casa, esperando-me. Mas ele mexeu comigo. Agora, vejo-o de longe, com uma morena, a Clara. Jalusa? Talvez. O meu VIP agarra-me o braço, forte. ‘Vens comigo depois?’, sussurra. ‘Talvez’, minto, o pulso acelerado.
O Segredo que Me Consome
A tensão sobe. Olhos dele cruzam os meus por um segundo. Sinto o calor entre as pernas. Não aguento. ‘Desculpa, preciso de ar’, digo ao VIP e saio. Chamo táxi para o hotel. Mensagem rápida ao Patrick: ‘Onde está o João-Pedro? Urgente’. Ele ri: ‘Estás viciada, hein? quarto 312’. Corro escadas acima, aliança brilhando, culpa a picar mas desejo a queimar. Bato à porta, nervosa. Ele abre, olhos famintos. ‘Ana? Ou Ingrid? Não aguentei mais’, diz, puxando-me para dentro.
A Explosão de Prazer Proibido
Ele fecha a porta, beija-me voraz. ‘Sabes o risco? Marido à espera’, gemo, mas as mãos dele já na minha saia. ‘Justamente por isso’, rosna, erguendo-me contra a parede. Sinto o pau duro contra mim. ‘Fode-me rápido, antes que me apanhem’, peço, voz rouca. Ele rasga o vestido, expondo os seios. Chupa os mamilos duros, mordendo. Eu gemo alto, ‘Cuidado, caralho!’. Desço a braguilha, pau grosso, latejante. ‘Estás encharcada’, diz, enfiando dois dedos na cona molhada. ‘Sim, fode-me agora!’. Ele vira-me, empurra contra a mesa. String de lado, entra de rompante, fundo. ‘Ahhh! Mais forte!’, grito. O caralho preenche-me, bombeia violento. Olho a aliança, mão dele sobre a minha, contraste brutal. Coração explode, suor escorre. ‘Vou gozar!’, urro. Ele acelera, ‘Eu também, puta casada!’. Gozo primeiro, cona a contrair, leite dele jorra dentro, quente. Caiemos ofegantes, só 10 minutos, mas intenso como horas.
Visto-me a tremer, maquilhagem borrada, cona a pingar esperma. ‘Volto?’, pergunto, culpada mas viva. ‘Sempre’, diz ele, beijando-me. Saio, taxi para casa. Marido dorme, ‘Boa noite, amor’, murmura sem abrir olho. Deito-me, cheiro a sexo no corpo, aliança fria. Lavo-me depressa, mas o segredo fica. Amanhã, vida normal: café com ele, escritório. Ninguém sabe. Esta dupla vida… culpa sim, mas o frisson? Viciante. Quero mais. O risco de ser apanhada? É o que me faz pulsar.