Eu sou a Maria, 42 anos, casada com o sargento João há 20 anos. Vivemos numa casa modesta perto da quinta dos vizinhos, os Silva. Ele manda na esquadra com punho de ferro, eu cuido da casa, faço fitness, corro para manter o corpo em forma. As cabeças viram-se quando passo, mas eu amo o meu marido. Ou amava. Tudo fiel, certinho. Até àquela briga das galinhas.
O cão da Michelle, a vizinha, atacou as galinhas dos Silva. Eu ajudei a amiga, mas ela veio para cima de mim. Roupas desarrumadas, saia às coxas, um peito quase de fora. O carteiro, o Rui, meteu-se no meio, agarrou-me pela cintura. Forte, mãos quentes. O João chegou, viu tudo. Os homens babavam. Ele separou a confusão, mas eu senti… um arrepio. Os olhares deles no meu corpo. O Rui tão perto, o cheiro dele. Meu coração batia forte. Culpa? Um bocadinho. Mas excitação? Muito.
A Rotina Rangida e o Fogo Secreto
Dias depois, o João confessou: imaginava-me com outro, excitava-o. Deixou uma carta, pedia para eu fingir ser dominatrix, curar o fetiche. Eu pesquisei, vi vídeos, fórum. Em vez de fingir, pensei no Rui. Verdadeiro. Secreto. Adrenalina pura. Marquei: ‘Passa pela quinta amanhã, 17h. Depressa.’ Ele: ‘Sim, senhora.’ Meu Deus, o risco. João no trabalho, vizinhos por perto.
Cheguei à quinta dos Silva, porta dos fundos. Coração na boca, aliança brilhando no dedo. Ele esperava, olhos famintos. ‘Maria, estás linda.’ Puxou-me, beijou com força. Língua na boca, mãos na bunda. ‘Tira isso’, disse eu, voz tremida. Despi a saia, calções molhados. Ele ajoelhou, lambeu-me a cona. ‘Que delícia, tão molhada.’ Gemidos meus ecoavam. ‘Cala-te, Rui, vão ouvir.’ Mas eu abria as pernas, empurrava a cara dele.
O Encontro Rápido e o Gozo Proibido
‘Quero o teu caralho.’ Ele levantou-se, pau duro, grosso. Segurei, contrastava com a aliança fria. ‘Chupa-me.’ Ajoelhei no feno, boca cheia. Salgado, pulsava. Ele gemia: ‘Assim, vadia casada, engole tudo.’ Eu cuspia, lambia as bolas, mão na base. Urgência: 20 minutos. ‘Fode-me agora.’ Virei-me, mãos na parede, rabo ao alto. Ele entrou de rompante, cona apertada. ‘Que puta, o teu marido não sabe.’ Bombava forte, pausadas curtas. Eu: ‘Mais, fode-me o cu se quiseres.’ Ele cuspiu, meteu um dedo. ‘Quero gozar dentro.’ ‘Não, na boca.’ Mudou, pau na cara. Eu chupei, ele explodiu. Porra quente, engoli tudo, lambi limpo. ‘Boa rapariga.’
Limpei-me depressa, roupa amarrotada. Beijo rápido. ‘Volto na próxima entrega.’ Saí, pernas bambas, cona a pulsar. Voltei a casa, João chegava. ‘Boa corrida?’, perguntou. Sorri: ‘Sim, amor, suada.’ Jantar normal, ele no sofá. Eu no banho, dedo na cona, revivendo. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã, mais. Esta dupla vida… vicia. O segredo queima, o risco mata. Mas eu adoro. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta.