Chamo-me Ana, tenho 39 anos, casada há 15 com o Pedro, dois filhos lindos, trabalho como advogada num escritório chique em Lisboa. Aos olhos de todos, sou a esposa perfeita: jantares em família, yoga aos sábados, sexo regular e quente com o marido. Ele adora, pede mais, e eu dou. Mas… há um segredo que me consome. Um amante. O Rui, 35 anos, colega de tribunal. Começou há seis meses, num congresso. Desde então, vivo duas vidas. A pública, impecável. A secreta, puro fogo.
Hoje mesmo. Saio do escritório às 18h, coração aos pulos. Mando SMS ao Pedro: “Reunião extra, chego 21h, beijos.” Mentira descarada. Ele responde: “Tudo bem amor, cuida-te.” Sinto culpa, mas o tesão ganha. Olho a aliança no dedo, brilha ao sol poente. Penso: e se ele soubesse? Dirijo até ao motel discreto na periferia, mãos a tremer no volante. Chego, ele já espera no quarto 12. Bato devagar. Abre, sorri malandro. “Ana, minha puta casada.” Puxa-me para dentro, porta bate. Beija-me com fome, língua invasora. Sinto o cheiro dele, suor misturado a colónia barata. Meu coração martela, 120 batidas. “Rápido, tenho que voltar,” sussurro, voz rouca.
O Mentira que Inicia Tudo e a Tensão Insana
Ele ri baixo. “Sabes que adoras o risco.” Desabotoa minha blusa, sutiã de renda voa. Mamas expostas, ele mama os mamilos duros como pedras. Gemo, baixo, para não ecoar. Olho a aliança, contrasta com a mão dele grossa na minha cintura. Tira a saia, calcinha já molhada. “Olha esta cona ensopada, Ana. O Pedro não te fode assim.” Não, não fode. Ele é terno, carinhoso. Rui é animal. Deito-me na cama barata, lençóis frios na pele quente. Ele abre as pernas, língua no clitóris. Chupo ar, arqueio. “Quieta, vadia, ou apanham-nos.” Lambe voraz, dedo no cu. Eu adoro. Sempre adorei desde a primeira vez que ele me abriu ali. “Quero o teu cu agora,” rosna.
O Sexo Cru e o Risco de Ser Apanhada
Levanto, à quatro, espelho na parede mostra tudo: eu, aliança brilhando, ele nu, caralho grosso, veias saltadas, 20cm de puro pecado. Lubrifica com cuspe, frio no meu buraco quente. Enfia um dedo, dois. Grito abafado. “Camba-te mais, abre esse cu de puta casada.” Obedeço, tremendo. Sinto a cabeça pressionar o anel. Empurra, devagar. Dói bom, queima delicioso. Entra todo, bolas batem na cona. “Que cu apertado, Ana! Melhor que a tua boceta virgem.” Não sou virgem, mas com ele sou nova. Pistona forte, rápido. Cada estocada, coração explode. Penso nos filhos à espera, no Pedro cozinhando. Mais tesão. “Fode-me o cu, Rui! Mais forte!” Ele agarra quadris, bate pau no cu como pistão. Dedos na cona, esfrega clítoris. Orgasmo sobe, bola quente no ventre. Explodo, grito no travesseiro, corpo convulsa. Ele geme: “Vou gozar no teu cu!” Puxa fora, jorra esperma quente nas nádegas, costas. Recolho com dedos, lambo. Salgado, cremoso. Ele ri, limpa com a minha calcinha.
Dou banho rápido, cheiro dele na pele. Visto-me, maquia corre. “Semana que vem, mesmo sítio,” diz. Saio, noite caiu. Dirijo de volta, cu arde, esperma escorre um pouco. Chego, Pedro beija: “Cansada?” Sorrio: “Sim, reunião pesada.” Janto, ajudo filhos nos TPC. Deito, Pedro quer sexo. Dou, penso no Rui. Gozo forte, imaginando o cu fodido. Amanhã, vida normal: tribunal, família. Mas no fundo, vibro. Esta dupla identidade me vicia. Culpa? Pouca. Excitação? Total. Quero mais. Muito mais.