Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, gerente de banco, vida perfeita em Lisboa. Casa arrumadinha nos subúrbios, dois filhos na escola, eu sou consultora numa firma de advogados. Todo o mundo me vê como a senhora perfeita, aliança a brilhar no dedo, sorriso discreto. Mas… ai, o segredo. Sou escort de luxo às escondidas, e o velho poeta da villa triste era um dos meus. Morreu ontem, ou anteontem, não sei. Fui à vela fúnebre, vestida de preto justo, salto alto, cabelo solto. O coração batia forte, via o corpo dele ali, elegante no fato, chapéu no peito. Lembrei as noites: a mão dele na minha anca a dançar, o pau duro contra mim no jardim, eu de joelhos a chupar-lhe a pilinha no escuro.
Hoje, em casa, as malas dos manuscritos que herdei dele estão no chão da sala. Pó por todo o lado, páginas amareladas. O editor gordo veio à porta, olhos famintos não por mim, mas pelo tesouro. ‘Dá-me isso, sua puta!’, gritou, maleta na mão como mafioso. Eu tremia, mas o João chega às 19h. Tinha de despachar isto. De repente, tocam à campainha. É a Albane, alta, peitos fartos no pulôver rendado, um metro e oitenta de puro fogo. Salvou-me da cena, encarou o gordo: ‘Vai-te embora, porco!’ Ele fugiu a suar.
A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado
Ela ri, entra, fecha a porta. ‘Obrigada, amor’, digo, e ela já me beija, língua gulosa na minha boca. Sinto o coração aos pulos – e se o vizinho vê? Despimo-nos rápido. Eu nuinha debaixo do robe longo, ela arranca o pulôver, seios pesados a balançar. ‘Quero-te agora’, murmura, chupando-me os mamilos duros. Deito-me no sofá, pernas abertas, ela mergulha a cara na minha cona molhada. ‘Estás encharcada, safada casada’, diz, língua a foder-me o buraco, dedos no clitóris. Gemo baixo, mão na aliança, contrastando com os cabelos dela entre as minhas coxas. O risco… o João pode ligar.
Levanto-a, viro-a de quatro. Pego no strap-on que guardo escondido – negro, grosso, 20cm. ‘Fode-me o cu, Ana, por favor’, implora ela. Engraixo-o, enfio devagar no rabo apertado dela. Ela grita abafado no almofadão: ‘Mais fundo!’. Bombo ritmado, lento, mão livre no clitóris dela a vibrar como harpa. Ela treme, goza esguichando na minha mão. Agora ela me come: eu de cu para o ar, ela enfia sem dó, pilinha de silicone a rasgar-me. ‘Sente a aliança no teu pau falso?’, rio entre gemidos. Alternamos, 69 sujo – conas na boca uma da outra, salivas misturadas, cheiro de sexo no ar. Gozo na cara dela, ela lambe tudo.
O Fodo Selvagem e o Regresso à Normalidade
Depois, abraçamo-nos suadas, corpos colados no sofá. ‘Isto é loucura’, digo, culpada mas excitada. Ela ri: ‘O teu segredo é o meu’. Tomamos duche rápido, chá, vestimo-nos. Ela na saia curta sem cuecas, peitos no pulôver justo. Limpamos as malas com luvas, lemos os poemas eróticos dele. ‘Lê isso alto’, pede ela. Enquanto leio versos suaves sobre carne e desejo, a minha mão volta à cona dela nua. Molha-me os dedos. ‘Não pares’, geme, senta na minha cara. Lambe-a até gozar de novo, lendo em voz alta.
Ela vai-se embora antes das 18h. Eu arrumo tudo, ponho o Dyson a aspirar o pó. O João chega, beija-me: ‘Dia bom?’. ‘Perfeito’, sorrio, cona ainda latejante. Noite normal: jantar, filhos, cama. Mas debaixo dos lençóis, toco-me pensando nela, no risco, no poeta morto que me legou isto. A dupla vida… o frisson de quase ser apanhada acelera-me o sangue. Amanhã, mais um cliente? Ou Albane de novo? Meu Deus, adoro isto.