Confissão: Minha Dupla Vida de Esposa Exemplar e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o Miguel, um bom homem, engenheiro em Lisboa. Trabalho como assistente executiva numa firma de segurança privada, vida organizada: casa impecável nos subúrbios, jantares em família, aliança brilhando no dedo. Mas… há o Pedro. Ele é o rival, o tipo que a gente persegue em missões, charmoso, perigoso, com aquele sorriso que me desarma. Tudo começou com um ramo de 12 rosas vermelhas à porta do meu apartamento, há meses. ‘Para a mulher mais sexy que persigo’, dizia o cartão. O coração acelerou. Eu, a fiel Ana? Hesitei, mas guardei.

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Hoje, sábado, chovia forte. O Miguel no futebol com os amigos, eu sozinha em casa. O telemóvel vibra: ‘Estou em baixo. 10 minutos. Não resistas.’ Meu pulso dispara. Olho o espelho: saia lápis, blusa branca, aliança reluzente. ‘Não devo’, penso, mas as pernas tremem de excitação. Abro a porta, ele entra, molhado, cheiro a chuva e colónia forte. ‘Ana, minha caçadora… hoje caço-te eu.’ Beija-me o pescoço, mão na cintura. Sinto culpa – o Miguel liga a qualquer momento –, mas o desejo vence. ‘Rápido, Pedro. Ele volta em uma hora.’ Ele ri baixo: ‘Adoro o risco.’

O Início do Segredo

Arrasta-me para o sofá, mãos ávidas. Desabotoa a blusa, mama exposta, mamilo duro sob a língua dele. ‘Estás molhada já, safada.’ Dedos na saia, calcinha de lado, sinto o calor. Ele abre as calças, caralho grosso, veias pulsantes, cabeçona inchada. Eu de joelhos, engulo, gosto salgado, gemo baixo. ‘Assim, Ana, chupa como a puta secreta que és.’ Levanto, ele senta, monto-o. Cona escorregadia engole-o todo, fundo, estico-me. ‘Fode-me forte, antes que chegue.’ Ele agarra a aliança: ‘Isto aqui trai tudo.’ Bato rápido, coxas batendo, suores mistos. Grito abafado quando gozo, contrações apertam-no. Ele vira-me de quatro, mete brutal, bolas batendo no cu. ‘Vou encher-te, marca minha.’ Jorra quente dentro, transbordo.

Desabamos, ofegantes. ‘Incrível, Ana. És minha agora.’ Limpo-me depressa, cheiro a sexo no ar. Ele vai, beijo rápido: ‘Até à próxima caçada.’ Fecho a porta, coração martelando. Banho quente, lavo o pecado, mas sorrio. O Miguel chega: ‘Boa noite amor?’ ‘Sim, cansada.’ Janto normal, mas sinto o sêmen secando nas cuecas. Amanhã, trabalho, fingir. Esta dupla vida… culpa? Pouca. O frisson do segredo, o risco de ser apanhada, vicia-me. Sou esposa perfeita e amante voraz. Quem diria? Quero mais.

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