Minha Confissão: A Dupla Vida de uma Esposa Portuguesa e as Aventuras Proibidas

Chamo-me Maria, tenho 38 anos, sou enfermeira num hospital de Lisboa. Aos olhos de todos, sou a esposa perfeita. Casada há 12 anos com o João, engenheiro que viaja muito. Casa impecável, jantares em família aos domingos, aliança de ouro no dedo que brilha no meu uniforme branco. Mas… ai, meu Deus, há esta outra eu. A que treme só de pensar no risco. O meu amante, o Miguel, um colega mais novo, tímido no trabalho mas selvagem na cama. Começou há meses, mensagens escondidas no telemóvel. ‘Vem depressa, antes de ele chegar.’ O coração acelera, suor frio nas costas. Hoje, o João liga do Porto: ‘Volto amanhã à noite, amor.’ Perfeito. Tempo para o proibido.

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Eu sei que é errado. Sinto culpa, mas o fogo é mais forte. Saio do hospital às 20h, disfarço no carro: saia justa, camisola decotada por baixo do casaco. Dirijo até ao motel discreto na periferia, mãos a tremer no volante. Ele já está à espera, olhos famintos. ‘Maria, estás linda… e casada.’ Toca na minha aliança, ri baixinho. Eu coro, mas empurro-o para dentro do quarto. ‘Rápido, Miguel. Não posso demorar.’ O quarto cheira a sexo antigo, cortinas corridas, luz fraca. Ele fecha a porta, e o mundo lá fora desaparece.

A Rotina Perfeita e a Tentação Irresistível

Ele agarra-me pela cintura, beija-me com fome. Sinto o pau dele duro contra a minha barriga. ‘Tira isso tudo’, murmura. Eu obedeço, saio da saia, camisola voa. Fico de cuecas e sutiã, a cona já molhada só de antecipação. Ele ri: ‘Olha para ti, a senhora respeitável.’ Tira a roupa, o caralho grande e latejante aponta para mim. Eu ajoelho, sem pensar. A aliança fria no dedo enquanto o engulo. Chupo devagar, língua na cabeça, bolas na mão. Ele geme: ‘Porra, Maria, que boca gulosa.’ O coração martela, imagino o telemóvel a tocar – o João? – mas não paro. Ele puxa-me o cabelo, fode-me a boca fundo. Saliva escorre, olhos lacrimejam de prazer e culpa.

O Encontro Explosivo e o Regresso ao Disfarce

Levanta-me, atira-me para a cama. Abre as minhas pernas, cuecas rasgadas de lado. ‘Estás encharcada, safada.’ Lambe a cona, clitoris inchado, dedos dentro, dois, três. Eu gemo alto, mãos na cabeça dele. ‘Mais, fode-me já!’ Ele sobe, caralho na entrada, empurra forte. Entra todo, estica-me, sinto cada veia. ‘Assim, devagar… não, mais forte!’ Ele acelera, cama range, pele bate na pele. Eu cravo unhas nas costas dele, pernas enroscadas. ‘Vou gozar… porra, Miguel!’ O orgasmo explode, cona a apertar o pau dele, grito abafado na almofada. Ele não aguenta: ‘Vou-te encher, puta casada!’ Goza dentro, quente, jorros que escorrem. Ficamos ofegantes, suados, ele ainda dentro de mim.

Cinco minutos. Visto-me a correr, cona a pulsar, esperma a pingar nas cuecas. Beijo-o rápido: ‘Amanhã, talvez.’ Saio, ar fresco na cara, aliança de volta ao sítio. Dirijo para casa, rádio ligado alto para disfarçar o tremor. Chego, banho quente, cheiro dele ainda na pele. João liga: ‘Saudades, amor.’ ‘Eu também.’ Sorrio ao espelho, secreta, excitada. Amanhã sou a esposa perfeita de novo. Mas esta noite, gozei como uma vadia. O risco… ai, o risco faz-me querer mais. Quem diria que a Maria certinha guarda este demónio dentro dela?

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