Confissão Íntima: Minha Dupla Vida como Esposa e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas numa firma chique de Lisboa. Vida perfeita: casa em Alcântara, jantares em família, yoga aos sábados. Mas ninguém sabe do Pedro, o pintor que me desenha nua. Ontem, mandei mensagem pro João: ‘Reunião até tarde, chego 20h’. Coração acelerado, dirigi até ao atelier dele no Bairro Alto. Cheguei suada, o sol poente tingindo tudo de laranja.

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Ele abriu a porta, sorriso safado. ‘Tira tudo, amor.’ Tirei o vestido, a lingerie, fiquei nua frente à baie vitrée enorme do salão. A lareira crepitava, aquecendo minha pele arrepiada. Sentei no chão, perna dobrada, a outra esticada atrás, braço alto na vidro frio. Olhos semi-cerrados, como uma deusa inclinada pro fim do dia. Pedro, nu também, sentou de pernas cruzadas com bloco e sanguínea nas mãos. ‘Perfeito assim, não mexas.’

O Segredo que Começou no Atelier

Enquanto ele traçava linhas no papel, eu sentia o peso da aliança no dedo. Brilhava contra a luz morna, lembrando o João cozinhando em casa. Mas o olhar do Pedro queimava minha pele. Ombros, nuca, curva da anca, seio redondo. Meu ventre apertou. ‘Estás a ficar duro, não estás?’ Ele riu, baixo. ‘Culpa tua, esta luz no teu corpo… Queres ver-me gozar só olhando? Sem tocar.’ Hesitei, úmida já. ‘Sim… mas eu também.’

Ele largou o bloco. Eu curvei o corpo, braços atrás, seios empinados pro seu caralho rígido. Ele agarrou-se, punho firme, olhos nos meus. Eu virei, mostrei as costas, nádegas arredondadas. Sentia o ar fresco na cona molhada. Meus dedos desceram, roçando o clitóris inchado. ‘Assim? Gostaste?’ Ele gemia: ‘Foda-se, Ana, abre mais.’ Girei, abri as pernas, enfiei dois dedos na cona escorrendo. O som molhado ecoava com o crepitar da lareira. Corações batendo forte, suor misturando cheiros de desejo.

A Explosão de Prazer Proibido

Não aguentei. Levantei, pus o clitóris na sua boca. ‘Lambe, Pedro, rápido!’ Língua quente mergulhando, chupando minha mel. Eu gemi alto, mão no cabelo dele. Ele chupava voraz, dentes roçando. ‘Vem, fode-me agora!’ Ele me virou contra a vitre, fria nos mamilos duros. Caralho grosso entrou de rompante na minha cona apertada. ‘Ahh, caralho, devagar… não, mais forte!’ Bombava urgente, mãos nas minhas ancas, eu mordendo o lábio pra não gritar. Aliança batendo no vidro, risco de vizinhos verem. Gozei tremendo, cona pulsando no pau dele. Ele puxou, gozou nos meus seios, jatos quentes escorrendo.

Respirei fundo, corpo mole. ‘Tenho de ir, João espera.’ Limpei rápido com a camisola dele, vesti-me tremendo. Beijo rápido, saí. No carro, aliança ainda quente do suor, cona dolorida latejando. Cheguei em casa, João: ‘Tudo bem, amor?’ Sorri, ‘Sim, reunião cansativa.’ Jantei, deitei, mas não dormi. O segredo me excitava mais que o sexo. Amanhã, outra ‘reunião’. Meu coração de esposa traidora bate mais forte que nunca.

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