Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada Traiçoeira e Safada

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Pedro, gerente de contas numa firma chique de Lisboa. Vida perfeita: casa arrumadinha nos subúrbios, dois putos na escola, jantares em família. Mas… ai, mas. Tenho um segredo que me faz o coração bater como um tambor. O Ricardo, 52 anos, viúvo, fotógrafo em Porto. Conheço-o desde miúda, das férias na serra. Ele veio a Lisboa há meses, e… aconteceu. Desde então, invento viagens de trabalho para o ver. Desta vez, disse ao Pedro que ia a uma conferência no Porto. Mentira. Dormi em casa dele.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Acordei às seis, o sol a bater na janela do quarto de hóspedes. O meu telemóvel vibrou: mensagem dele. ‘Café pronto. Vem.’ O coração acelerou. Olhei para a aliança no dedo, brilhante, e pensei no Pedro a dormir lá em Lisboa. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o tesão… meu Deus. Desci de camisola curta, sem nada por baixo. A cona já húmida só de pensar no risco. Ele na cozinha, sorriso maroto, olhos a devorar os meus peitos. ‘Bom dia, safada. Queres fotos como da última vez?’

A Rotina Perfeita e o Desejo que Me Devora

Sentei-me, bebi o café quente. Ele aproximou-se. ‘Mostra-me essa cona peluda que eu adoro.’ Ri nervosa. ‘Ricardo, e se alguém ouve?’ Mas abri as pernas. Ele pegou na máquina, mandou-me pôr um pé na cadeira, subir a camisola. Os dedos dele a puxar o tecido, roçando a minha mota. ‘Olha esta floresta… até ao umbigo.’ Gemi baixinho. O clitoris inchado, latejando. Clique. Clique. O coração na garganta, pensando na rua acordando lá fora.

Não aguentei. Pendurei-me no pescoço dele, beijo molhado, língua a dançar. ‘Fode-me agora, antes de eu ir embora.’ Ele riu, mão na minha cona ensopada. ‘Estás inundada, puta casada.’ Tirei-lhe a camisola, os peitos livres, mamilos duros. Ele chupou-os, mordiscando. Eu sentia a aliança fria contra a pele quente do peito dele. Desci a mão, agarrei a picha grossa, veias pulsantes. ‘Que caralho enorme…’

No sofá, ele de joelhos, língua na cona. ‘Lamba-me toda, Ricardo. Chupa o cu também.’ Ele obedeceu, dedos no meu ânus, língua no clitóris. Gritei, abracei as coxas, expondo tudo. ‘Vou gozar!’ Mas parei-o. ‘Quero-te na boca.’ 69 no chão frio. A picha dele na minha garganta, salgada, o saco enrugado nas minhas narinas. Ele a gemer: ‘Engole, Ana, engole tudo.’ Eu babava, masturbava-me furiosamente. Fotografias pelo meio, flashes a iluminar o suor nos nossos corpos.

De Volta ao Lar, com o Segredo a Pulsar

Não esperei mais. Montei-o, guiei a picha para a cona. ‘Entra devagar… ah, fode!’ Cavalgava, peitos a bater na cara dele. Ele doía o clitóris, dedos no cu. ‘Quero o teu cu agora.’ Lubrifiquei com a minha baba, sentei-me ao contrário. Dor no início, depois… êxtase. ‘Pistona, mas devagar, senão grito.’ Ele cravou, eu apertei o cu à volta. Gozei primeiro, cona a jorrar. Ele explodiu dentro, esperma quente a escorrer.

Ficámos ali, ofegantes, abraçados. Beijos ternos, ele a acariciar a aliança. ‘Amanhã dizes ao Pedro que foi uma boa conferência?’ Ri culpada. ‘Sim… e ele nem sonha.’ Levantei-me, pernas trémulas, vesti-me às pressas. Olhei o relógio: comboio em uma hora. Saí, o cheiro dele na pele, esperma no cu.

De volta a Lisboa, abracei o Pedro. ‘Foi cansativo, amor.’ Jantámos, pus os putos na cama. No chuveiro, toquei-me, revivendo tudo. O risco de ser apanhada… o meu vício. Sou casada certinha de dia, puta secreta de noite. E adoro. Da próxima, volto. O segredo pulsa em mim, faz-me viva.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *