Sou a Ana, 42 anos, casada com o João há 15, dois filhos, trabalho como auxiliar de saúde. Vida perfeita em Lisboa, né? Casa arrumadinha, jantares em família. Mas… há dois anos e meio, trabalho quatro dias por semana na casa da Dona Rosa, 82 anos, viúva rica. Ela quis mais que ajuda na casa. Quis-me a mim. Sou 40 anos mais nova, mas entrego-me. Culote nu, plug de 6 cm de diâmetro no cu o dia todo. Ela adora ver-me assim, a limpar, a cozinhar, com o cu exposto e cheio.
Começou devagar. Ela ofereceu-me o plug no meu aniversário. ‘Guarda-o dentro de ti enquanto trabalhas, minha querida.’ Eu… aceitei. O coração acelera só de pensar. A aliança no dedo brilha enquanto ela me lubrifica o cu com creme, empurra devagar. ‘Bom menina, fica quietinha.’ Adoro o segredo. Risco de o marido ligar, de alguém bater à porta. Mas volto para casa, tiro o plug no carro, cheiro a sexo no ar. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa.
O Segredo que Me Consome
Há semanas, ela reencontrou a Dona Carla, amiga de infância, 78 anos, viúva com passado SM. Conversaram em salão de chá, Dona Rosa gabou-me: ‘A Ana trabalha nua, engodada no cu.’ Carla quis ver. ‘Convida-me quando ela estiver aí.’ Eu hesitei. ‘Dona Rosa, e se…?’ Mas ela mostrou foto. Carla, loira, peitos fartos, elegante. ‘Para mim, Ana. Aceitas?’ O cu contraiu só de imaginar. ‘Sim… por si.’ Marcado para quinta, 15h.
Chega o dia. Coração na boca. Plug bem fundo, cu nu, só camisa. Campainha. Abro, Carla sorri: ‘Olá, és a Ana? Que visão!’ Beijo na cara, cheiro a perfume caro. Dona Rosa abraça-a: ‘Vês? Perfeita.’ Viram-me de costas. Carla agarra a base do plug: ‘Que cu guloso! 6 cm? Mexe sozinho?’ Sacode, empurra mais. ‘Ai! Sim, Dona…’ Pernas tremem. Sinto a cona a molhar.
No salão, sirvo chá. Carla ‘acidentalmente’ derruba biscoitos. ‘Baixa-te, pernas abertas, cu para mim.’ Obedeço, plug exposto, cona aberta. Ela apalpa: ‘Que bolas… espera, que caralho de tesão!’ Não, sou mulher, mas ela ri, enfia dedo na cona: ‘Molhada toda!’ Depois, tira meia-calça, enrola na minha cona, aperta clítoris, separa lábios. ‘Pacote embrulhado para nós.’ Tira-me camisa, amarra-me como mesa: a quatro patas, plug no cu, cona ligada. Duas horas assim, elas bebem, falam, puxam as meias. Ereção? Clítoris inchado, cona pinga. ‘Boa escrava’, diz Carla, enfiando plug mais fundo. Quase gozo.
O Êxtase do Risco e da Submissão
Vingança na casa dela, quarta. Sem estratégia, mas achamos lingerie no estendal. ‘Sete dias, seis cuecas? Domingo aéreis?’ Ela ri, tira cueca: ‘Agora é domingo!’ Na terrasse, 28 graus, sem visinhos. Constipada, confessa. Pego supositórios do frigorífico: ‘Ajoelha, cu para cima.’ Três no cu, dedo fundo. Depois, cavo tesouros: bock de lavagem, plugs, seringas. Amarro-a na mesa: pernas aos aros, mãos presas, peitos fora da guêpière. Raspo cona peluda: ‘Liso como virgem.’ Dois litros quentes no cu, Rosebud a tapar. Seringas no clitóris, mamilos: aspira, incham. Ela geme: ‘Foda-se, que tesão! Pisa, porra!’
Seguro-a, frito clitóris, ponto G. Goza jorrando mijo, tiro plug: merda e água explodem. ‘Liberta, vadia!’ 15 min a esvaziar, olhos fechados em êxtase.
Volto a casa, cheiro a cu e merda no corpo. João: ‘Como foi o dia?’ ‘Normal, amor.’ Banho rápido, aliança lava culpa. Mas nojo? Não. Gozo sozinha na cama, pensando no risco. Amanhã, trabalho normal. Mas o plug espera. Esta dupla vida… vicia. Quero mais.