Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e Amante Insaciável

Os estores estão corridos, mas a luz de julho infiltra-se, tingindo o quarto de azul suave. São sete da manhã, domingo. O meu marido acha que vim visitar a minha mãe no Porto. Menti sem pestanejar. ‘Vou já voltar, amor.’ Ele beijou-me a testa, confiante na sua mulher perfeita: gestora de banco, mãe dedicada, aliança reluzente no dedo. Mas aqui estou eu, na cama do Pedro, coração a bater forte. Olho para o meu reflexo no espelho: cabelo despenteado, camisola de dormir subida, rabo à mostra. Durmo sempre nua, pernas abertas sobre o lençol. Ele acorda primeiro, como sempre. Vê-me assim, oferecida. Sinto culpa? Um bocadinho. Mas o tesão é maior. A aliança brilha contra a pele morena dele quando ele me toca.

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Ele sorri, mão na minha nádega. ‘Estás pronta, safada?’ Hesito, penso no meu marido a preparar o pequeno-almoço para as crianças. Mas o desejo vence. ‘Sim… mas rápido, tenho de ir embora antes das nove.’ Ele ri baixo, acaricia-me a raia do cu, desce para a cona já húmida. Eu abro as pernas, instinto. O coração martela. E se o meu telemóvel tocar? E se ele cheirar a sexo em mim? Isso excita-me mais. Ele enfia o dedo, eu gemo. ‘Estás encharcada, Maria. Pensas no teu marido enquanto eu te como?’ Mordo o lábio. ‘Não… só em ti. Fode-me.’ A tensão sobe, o ar cheira a sexo e suor. Vida normal? Onde? Aqui é o proibido que me faz viva.

O Segredo que Me Consome

Ele vira-me de barriga para baixo, monta-me. Sinto a pila dura contra as minhas nádegas. ‘Olha para esta aliança enquanto te como.’ Ele agarra-me os quadris, enfia de uma vez. ‘Ahhh, caralho!’ Grito baixo, cona a apertar o caralho dele. Ele põe-me de quatro, bate forte. ‘Gostas de ser puta casada, hein?’ ‘Sim, fode-me mais!’ Ele chupa-me os mamilos pequenos, duros como pedras. Eu gozo rápido, jato de molha na cama. Ele ri, ‘Bom pequeno-almoço.’ Agora é a minha vez. Pego na pila, lambo o topo, engulo até à garganta. Ele geme, ‘Assim, engole tudo.’ Chupo como uma vadia faminta, bolas na mão, saliva a escorrer. Ele puxa-me o cabelo. ‘Para, senão gozo na tua boca.’ Mas eu quero mais. Ele pega no vibrador da mesa-de-cabeceira, novo, tamanho perfeito. Molha-o na minha cona, enfia-me no cu enquanto me fode pela frente. ‘Estás cheia, safada! Por todos os buracos!’ Sinto tudo: pila na cona, vibro no cu, parede fina a roçar. ‘Mais forte, Pedro! Fode o meu cu!’ Ele alterna, bate, eu tremo. Gozo de novo, gritando, molhando as coxas dele. Ele explode dentro de mim, esperma quente a escorrer. Caímos, ofegantes, corpos colados.

Cinco minutos. Visto-me a correr, cona a pulsar, cu a arder. Ele beija-me. ‘Volta depressa, puta.’ Sorrio, culpada mas eufórica. No carro, aliança no volante, cheiro a sexo no ar. Chego a casa, marido sorri. ‘Tudo bem com a mãe?’ ‘Sim, amor.’ Banho rápido, mas sinto o segredo dentro de mim. Esta dupla vida… o risco, o prazer. Não paro. Amanhã sou a esposa perfeita. Mas o coração ainda bate pelo proibido. Mal posso esperar pela próxima mentira.

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