Estou aqui na sala, as minhas netinhas a brincarem aos meus pés. Sou a avó perfeita, casada há 30 anos, contabilista num escritório respeitável. O meu marido trabalha até tarde, a família acha que sou impecável. Mas o telemóvel vibra no bolso. Sei que é ele. Aquele homem mais novo, encontrado num site de safados. Os peitinhos endurecem só de pensar. As meninas riem, alheias ao meu coração aos pulos.
Há semanas, comecei nisto. O meu filho insistiu: ‘Mãe, entra nas redes, encontra alguém da tua idade para jogar às cartas.’ Ri-me. Eu quero é um homem de verdade! Mãos fortes, boca gulosa, caralho duro. Não um velhote cansado. Sozinha na cama, ainda me satisfaço com os dedos, mas é mecânico. Quero pele contra pele, engolir um pau, foder até tremer.
O Segredo que Vibra no Bolso
Encontrei o site certo. Fotos ousadas, mensagens cruas. Ele apareceu: 45 anos, charmoso, palavras que me molham a cona só de ler. Começámos devagar, mas depressa virou fogo. ‘Quero lamber-te a boceta até gritares’, escreveu. Eu, respondi: ‘Vem e prova.’ Ontem, arrisquei tudo. Estava sozinha em casa, ele mora perto. ‘Vem já’, mandei.
Chegou nervoso, mas com fome nos olhos. Sentámo-nos no sofá, um copo de vinho. A minha aliança brilha no dedo, a mão dele roça a minha coxa por baixo da saia. Sinto o calor subir. ‘Quero-te’, murmura. Abro as pernas sem pudor. Ele sobe a saia, dedos no elástico das cuecas. ‘Estás encharcada’, diz, rindo baixo. Eu gemo: ‘Lambe-me agora.’ Ele ajoelha-se, afasta as cuecas, a língua mergulha na minha cona. Oh Deus, há quanto tempo! Chupo o ar, as unhas cravadas no sofá. A língua rodopia no clitóris, dois dedos entram e saem, fodendo-me devagar.
Não aguento. Levanto-me, puxo-o para o quarto. ‘Desp-me.’ Ele abre o sutiã, mama na boca, sucking forte os mamilos. Eu tremo. Ele empurra-me na cama, abre as minhas coxas com força. ‘Vou comer-te toda.’ A boca volta à cona, agora voraz, língua no cu também. ‘Sim, aí!’, grito. Gozo como uma louca, o corpo arqueia, jatos molham a cara dele. Ele não para, dedos no cu, língua na boceta. Gozo outra vez, pernas a tremer.
O Encontro Urgente e Devorador
Agora sou eu. Arranco-lhe a roupa. O caralho salta, grosso, veias pulsantes. ‘Quero chupar-te.’ Mordo o tecido da boxer, depois engulo o pau. Lamba o caralho todo, bolas na mão, aperto suave. Ele geme: ‘Vais-me fazer gozar!’ Engulo fundo, garganta apertada. ‘Cuidado!’, avisa. Eu chupo mais, bebo tudo, o esperma quente a escorrer. Engulo cada gota, viciada no sabor.
Tínhamos de parar. O meu filho ligou: ‘Chego em 10 minutos!’ Vestimo-nos a correr, cheiro a sexo no ar. Beijei-o na porta: ‘Da próxima, fode-me a cona e o cu.’ Ele sorriu: ‘Conta com isso.’ Fiz a cama, lavei a cara, voltei à avó perfeita.
Agora, as netas pedem bolo. ‘Já, minhas queridas.’ O telemóvel vibra outra vez. Sorrio culpada, excitada. Esta dupla vida… o risco de ser apanhada, o segredo guardado. O meu cu ainda pulsa com a memória da língua dele. Mal posso esperar pela próxima. Sou respeitável de dia, puta à noite. E adoro.