Chamo-me Inês. Tenho 38 anos, casada com o Francisco há 12. Ele é engenheiro, vida estável, casa em Lisboa, dois filhos. Eu sou advogada, sempre impecável no escritório. Mas… toda quinta-feira, minto. Digo que tenho reunião tardia. O coração bate forte quando saio de casa, a aliança no dedo a brilhar como um lembrete culpado. Adoro isso. O risco. A adrenalina de ser a puta secreta.
Hoje foi assim. Mandei mensagem ao meu amante, o Gonçalo. ‘Estou a caminho. Apresse-te.’ Ele é casado, menos bonito que o Francisco, mas o pau dele… faz-me molhar só de pensar. Encontro-o num hotelzinho perto do Tejo, quarto simples, cheiro a mofo e desejo. Entro, tranco a porta. Ele já está nu, pau duro. ‘Inês, minha safada…’, diz ele, puxando-me.
O Segredo que Me Consome
Tiro a saia, a blusa. A aliança roça no peito dele enquanto o beijo. Sinto o coração aos pulos. ‘Temos pouco tempo. O Francisco pode ligar.’ Ele ri, deita-me na cama. Eu deito-me sobre ele, cabeça para baixo. A posição 69, adorei desde a primeira vez. A boca dele na minha cona, língua a lamber o clitóris. Eu engulo o caralho dele, grosso, veias pulsantes. Chupo com fome, bolas na mão. Ele geme: ‘Assim, chupa mais fundo.’ O meu coração martela, penso no Francisco em casa, a fazer jantar.
Estou ensopada, a cona a contrair. Ele lambe mais rápido, dedos dentro de mim. Eu acelero, babo no pau dele. Sinto-o inchar. ‘Vou gozar!’, grita ele. Eu não paro, engulo tudo, o esperma quente a jorrar na garganta. Engasgo um pouco, mas adoro o gosto salgado. O meu corpo treme, gozo na boca dele, pernas a apertar a cabeça.
De repente, um rugido. A porta da casa de banho abre-se. O marido do Gonçalo, o Rui – ele sabia? – entra furioso. ‘Seu cabrão!’, berra para o Gonçalo. Eu surto, fico rígida, cona ainda na cara dele. Mas o Rui para, olha para as minhas nádegas expostas. Os olhos dele mudam. Ficam famintos. ‘Puta…’, murmura, mas abre a braguette. O pau dele sai, enorme, maior que o do Gonçalo.
O Encontro Explosivo no Hotel
Ele empurra-me para baixo, mantém a posição. ‘Não te mexas.’ Enfia na minha cona de uma vez, molhada dos sumos do Gonçalo. ‘Ahhh!’, grito, dor e prazer. Ele fode forte, mãos nas minhas nádegas. Sinto as bolas dele bater no nariz do Gonçalo. O Gonçalo lambe ainda, agora o pau do Rui roça-lhe a cara. ‘Lamba, cabrão’, ri o Rui. Eu gemo, traída pelo corpo. ‘Mais forte, fode-me!’ O Gonçalo chupa o clitóris, o Rui martela. Gozo de novo, cona a apertar o caralho dele.
Ele vira-me, missonário. Olha para o Gonçalo: ‘Vê como se fode uma mulher de verdade.’ Eu sorrio para o Gonçalo, culpada mas excitada. ‘É o meu marido… tenho de gozar com ele.’ O Rui goza dentro, jatos quentes a encher-me. Sai, veste-se. ‘Não acabou contigo, filho da puta.’ Vai-se embora.
Fico ali, pernas abertas, esperma a escorrer. O Gonçalo aproxima-se. ‘Não me guardes rancor.’ Puxo-o para mim. Ele entra na cona escorregadia, cheia do Rui. ‘Fode-me assim, no esperma dele.’ Chupo os mamilos dele, unhas nas costas. Gozo mais uma vez, ele também, misturando tudo. Abraço-o, cheiro a suor e sexo.
Saio do hotel a correr. Pernas bambas, cona latejante. Volto a casa, banho rápido. O Francisco beija-me: ‘Reunião boa?’ ‘Sim, amor.’ Sorrio, o segredo a queimar. Sento-me à mesa, aliança no dedo, mas sinto o esperma seco nas cuecas. Amanhã no escritório, direi sim ao juiz, mas no fundo, sou a amante viciada no risco. Não paro. Nunca.