Ai, meu Deus, ainda sinto o coração a bater forte só de pensar. Eu sou a Inês, casada com o João há dez anos, mãe do Tiago de 6 anos, advogada num escritório chique em Lisboa. Vida perfeita, né? Casa impecável, jantares em família, sorrisos para as câmaras. Mas por dentro… porra, queima. Tenho um amante, o Ricardo. Ele é o oposto do João: selvagem, pau grosso, sabe foder como ninguém. E eu adoro o risco, o medo de ser apanhada.
Hoje é o dia das férias de primavera. Vamos para o apartamento da família em Cascais, à beira-mar. O João ligou para a ex-mulher – espera, não, é complicado. O Tiago é do João com outra, mas eu finjo que é nosso para simplificar. Ele quer passar a semana connosco, aprender a conhecer o miúdo. Eu disse que sim, mas o Ricardo… merda, não aguento uma semana sem ele. Liguei-lhe: “Vem já, tenho 20 minutos antes de eles chegarem.” Ele ri: “Estás molhada, Inês?”
O Segredo que Me Consome
Saio de casa a correr, aliança a brilhar no dedo. Paro na zona pedonal para comprar flores para o João – disfarce perfeito – e doces para o Tiago. De repente, a Sofia, minha melhor amiga, salta-me: “Ei, Inês! És uma cabra! O Ricardo destruiu-te!” Eu congelo. Coração na garganta. “O quê? Cala-te, Sofia!” Ela insiste: “Vi-te com ele! Estás a trair o João?” Agarro-a pelo braço, sussurro: “Não sabes nada da minha vida. Sai daqui antes que eu perca a cabeça.” Ela treme: “Café? Cinco minutos.” Aceito, nervosa. No café, ela chora: “Estás diferente desde que o conheces.” Eu sorrio por dentro: se ela soubesse as fodas alucinantes… “Fica fora disto, Sofia. Vais odiar o que descobrires.”
Volto ao carro, ligo ao Ricardo: “Estou a ferver. Encontra-me no parque de estacionamento abandonado.” Ele chega num instante. Entro no carro dele, cheiro a couro e tesão. “Porra, Inês, com essa saia…” As mãos dele na minha coxa, sobem. Sinto a aliança fria contra a pele quente do pau dele. “Rápido, amor, o João chega já.” Ele ri, baixa as calças: pau duro, veias saltadas, cabeçona babando pré-gozo. Eu abaixo-me, chupo voraz: saliva escorrendo, garganta funda, ele geme: “Boa putinha casada…” Coração explode, medo de alguém ver.
A Explosão de Prazer e o Retorno ao Normal
Ele vira-me, saia para cima, cuecas rasgadas. Dedos no cu, molhados da minha cona pingando. “Estás encharcada, traidora.” Enfia de uma vez: pau a rasgar, bolas a bater no cu. Fodo contra o banco, unhas nas costas dele. “Mais forte, Ricardo! Fode-me como o João nunca fode!” Ele agarra os meus cabelos, pompa selvagem: ploc-ploc-ploc, cona a apertar, sucos a escorrer pelas pernas. Gozo primeiro: pernas a tremer, grito abafado, esguicho no pau dele. Ele explode: jatos quentes no fundo, enchendo-me, leite a pingar. “Levas o meu esperma para as férias, casada.”
Limpo-me à pressa com lenços húmidos, cheiro a sexo no ar. Beijo-o: “Domingo ligo-te.” Volto a casa, João e Tiago esperam. Abraço-os, sorriso falso. Sinto o gozo a escorrer na cueca, aliança suja de suor. No carro para Cascais, João ao volante, eu ao lado, cona latejante. Tiago dorme atrás. Penso: “Sou a mãe perfeita, mas por dentro uma puta viciada no risco.” O segredo arde, excita. Domingo, ligo ao Ricardo: “Volta para mais.” A dupla vida… não troco por nada.