Sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 15 anos. Dois filhos lindos, casa em Lisboa, trabalho como advogada num escritório chique. Por fora, tudo perfeito. Natal? Jantares em família, sorrisos falsos, presentes embrulhados. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Tenho um amante. O Miguel, colega de tribunal. Começou há meses, mensagens quentes, rapidinhas em hotéis. Adoro o risco, o coração aos pulos, a aliança brilhando no dedo enquanto aperto o pau dele.
Este ano, 24 de dezembro, recebi a mensagem dele: ‘Vem celebrar o verdadeiro Natal. Casa isolada na serra de Sintra. Antes de ires para a sogra. Estamos à tua espera.’ ‘Estamos’? Quem mais? Hesitei. O João preparava o bacalhau, as crianças decoravam a árvore. ‘Vou buscar um presente esquecido’, menti. Saí de carro, mãos a tremer no volante. A estrada escura, chuva fina, GPS a falhar. Coração batia forte, tipo adolescente. E se me apanham? E se o João descobre? Mas o tesão vencia. Parei, mandei: ‘Chego em 20.’
A Vida Perfeita e o Chamado do Pecado
Cheguei à casa velha, sem luzes de Natal, só um brilho fraco na janela. Bati, nervosa. Ele abriu, sorriso safado. ‘Entra, puta secreta.’ Puxou-me para dentro, porta bateu. Beijo molhado, línguas enroladas, mãos dele na minha saia. ‘Tira isso’, murmurou. Tirei o casaco, a blusa. Sutiã de renda preta, que ele adora. Aliança no dedo, fria contra o peito quente dele. ‘Gostas do risco, não é?’, disse, mordendo o meu pescoço. Sim, foda-se, adoro. Ele rasgou as collants, dedos na minha cona já ensopada. ‘Molhada assim? Pensavas nisto na autoestrada?’
O Sexo Selvagem e o Retorno ao Fingimento
Empurrou-me contra a mesa de madeira tosca. Calções dele no chão, pau duro, grosso, latejante. ‘Chupa-me primeiro.’ Ajoelhei, boca aberta, engoli até à garganta. Salgado, quente, veias pulsando. Ele gemia baixo: ‘Boa, Ana, assim, como a puta casada que és.’ Olhava para mim, olhos famintos. Levantei, virei de costas. ‘Fode-me agora, rápido, antes que me chamem.’ Ele entrou de uma, fundo, rasgando. ‘Caralho, que apertada.’ Batia forte, mãos nos meus quadris, unhas cravadas. Eu mordia o lábio, gemendo abafado. ‘Mais forte, Miguel, fode esta cona de casada.’ O som molhado, pele a bater pele, suor escorrendo. Senti o orgasmo subir, pernas a tremer. ‘Vou gozar…’, ele acelerou, ‘Goza, vadia, goza no meu caralho.’ Explodi, cona a contrair, grito preso na garganta. Ele veio logo, jatos quentes dentro, enchendo-me.
Ficámos ofegantes, uns segundos só. ‘Vai, amor, senão suspeitam.’ Limpei-me rápido com lenços, vesti a saia amarrotada. Beijo final, molhado. ‘Feliz Natal, minha secreta.’ Saí, ar frio na cara corada. No carro, cheiro dele na pele, porra a escorrer devagar. Liguei o rádio, músicas natalícias idiotas. Cheguei a casa, João: ‘Onde estavas?’ ‘Trânsito.’ Abracei as crianças, beijei o marido. Sorri, fingi normal. Mas por dentro… fodia-se tudo de excitação. O segredo meu, só meu. Amanhã, missa de Natal, família unida. E eu, com a cona ainda a pulsar, a sonhar no próximo risco. Esta dupla vida? É o meu vício. Culpada? Um bocadinho. Excitada? Demais.